|
|
|
|
|

|
|

|
|
|
 |
|
|
|
|
|
|
|

|
|

|
|
|
 |
|
|
|
|
|
|
|
LUIZ ROBERTO DE SOUZA QUEIROZ |
|
 |
|
|
|
A FAMÍLIA SOUZA QUEIROZ DE 1874 a 2004 |
|
 |
|
26X30 - 162 PÁGS.
R$ 30,00+FRETE |
|
Trabalho primoroso, ricamente ilustrado,
onde conta com detalhes a História e Genealogia da Familia Souza
Queiroz, desde os tempos do Brig. Luiz Antonio, numa saga
envolvente. |
|
|
|
SOUZA QUEIROZ
Dicionário de Família |
|
 |
|
14x21 - 162 págs.
R$ 10,00 + Frete |
|
A mais antiga instituição para crianças pobres de São Paulo, o
Instituto Dona Ana Rosa, foi fundado há 130 anos por Francisco
Antonio de Souza Queiroz, o barão de Souza Queiroz. Luiz Roberto de
Souza Queiroz, jornalista gabaritado de O ESTADO DE SÃO PAULO,
neste trabalho, conta com detalhes a historia, assim como a
participação de figuras ilustres de S.Paulo antiga, e membros da
Família Souza Queiroz que participaram da fundação da entidade, num
desenlvimentos que vem até os dias atuais. |
|
Pedidos para: Sra. Gilva no |
|
próprio Instituto Dona
Ana Rosa,
Tel. 0xx11 - 3743-9526 |
|
anarosa1874@uol.com.br |
|
|
 |
|
CONHEÇA O INGERS
- INST. GENEALÓGICO DO RS |
|
|
|
|
|
|
|
Por Moniz Bandeira |
 |
|
Moniz Bandeira ganha o prêmio de intelectual do ano |
|
|
 |
|
DESDE 1990,
LIVROS DE HARDWARE E REDES DE ALTA QUALIDADE PELOS MENORES PREÇOS DO
MERCADO |
|
|
|

|
|
|
|
 |
|
 |
|
 |
|
 |
 |
|
BUSCADOR INTERNACIONAL DE SOBRENOMES |
|
|
|
 |
|
|
|
|
|
|
 |
|
|
|
|
|
|
 |
|
|
|
|
Instituto
Politécnico de Ensino a Distância |
|
 |
|
CURSOS ON-LINE GRÁTIS - São cursos totalmente interativos e
gratuitos, que permitirão ao final do aprendizado ter o seu
CERTIFICADO, dependendo do seu desempenho na avaliação
final. |
|
|
|
|
|
NÃO DEIXE DE
ADQUIRIR A COLEÇÃO DE REVISTAS DO INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DE
SÃO PAULO EM DVD/CD, (100 VOLUMES, 1894 a 2004, MAIS DE 40.000
PÁGINAS). VERSÃO DIGITALIZADA, EM PDF, DE FÁCIL MANUSEIO.

Maiores informações pelo Tel.
0xx11 - 3242-8064 ou pelo e-mail:
secretaria@ihgsp.org.br
a/c Suely |
|
|
 |
|
|
|
ÁLBUM DA FAMÍLIA SOUZA QUEIRÓZ
Luiz Roberto de Souza Queiroz
e
Carlos Eduardo Uchôa Fagundes Junior
|
|
 |
|
Album de
Família -Souza Queiroz |
|
Projeto
Gráfico e Editoração: Alexandre de Paula Campos Filho |
|
Impressão:
Prol Gráfica e Editora - 2007 |
|
Preço:
R$ 30,00 + Frete |
|
|
|
Sinopse: História das instituições de caridade paulistas, criada ao
longo do século XVIII pela família Souza Queiroz. Inclui biografia do
senador Vergueiro, do brigadeiro Luiz Antonio de Souza, do barão de
Souza Queiroz e descrição das 40 fazendas abertas pela família, no
ciclo de cafeicultura paulista. No final, fotos dos descendentes do
barão. Pedidos: 0xx11-3743-9526 |
|
|
|
 |
|
 |
|
|
|
|
|
|
 |
|
Estudos sobre os
atributos de soberania do
Principado de Conejera
 |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
MONIZ BANDEIRA VOLTA COM... |
|
 |
|
|
|
|
|
|
 |
|
|
A
vinda
da
Corte
Portuguesa
para
o
Rio
de
Janeiro
(1808-1821)
Anibal de Almeida Fernandes - Janeiro de 2008 |
|
 |
1)
Situação
em
Portugal:
A
Europa está devastada
pelo
furacão
Napoleão
que
mexeu
em
todos
os
tronos
europeus
e, no
fim
de 1807, está chegando
em
Portugal. É a
madrugada
de 27/11/1807 e a
corte,
desesperada, se
atropela
com
pressa
e
desordem
no
cais
de Belém
para
embarcar,
filhas
sem
pais,
mulheres
sem
marido,
pessoas
da
mais
alta
nobreza
que
esperam
subir
a
bordo
com
a
roupa
do
corpo
e
com
pouco
ou
nenhum
dinheiro.
Para ler
matéria completa, clique aqui... |
|
|
|
ARQUIVO HISTÓRICO DE CACHOEIRA DO SUL/RS
MOSTRA HISTÓRIA DOS PRIMEIROS ALEMÃES
Aos 80 anos, a incansável museóloga Lya Wilhelm trabalha com
documentos de mais de 150 anos
|
|

Lya Wilhelm (foto) é descendente de alemães e
austríacos. Seus bisavós paternos vieram de Frankfurt e seus
avós maternos eram de Viena.
Foi alfabetizada em alemão e português no Colégio
Barão do Rio Branco, no ano de 1936.
***************************************************
SERVIÇO
Para comemorar o Dia do Colono, desde 25 de julho, a equipe do
Arquivo Histórico abriu uma exposição em sua sede, na Rua 15 de
Novembro, 364, com alguns dos 13 documentos traduzidos. “Será
uma boa oportunidade para quem quiser conferir documentos
históricos e apreciar a importante tarefa desenvolvida pela
colaboradora Lya Wilhelm”, ressaltou a diretora, Mirian Ritzel.
***************************************************
ATENÇÃO
Os documentos sobre os primeiros alemães que chegaram à Colônia
de Santo Ângelo estavam guardados há vários anos no Arquivo
Histórico Municipal, mas ninguém sabia sobre o que eles se
tratavam. “Foi aí que decidimos pedir ajuda à dona Lya Wilhelm,
aproveitando seus profundos conhecimentos da língua alemã”,
ressaltou Mirian.
***************************************************
|
A museóloga Lya Wilhelm, de 80
anos, está concluindo a
tradução
de 13
documentos
escritos
pelos
primeiros
alemães
que
chegaram
em
Cachoeira
do
Sul
há 151
anos e ocuparam a
então
colônia
de
Santo
Ângelo,
onde
hoje estão os
municípios
de
Cerro
Branco,
Novo
Cabrais,
Paraíso do
Sul
e
Agudo. Os
documentos
foram
escritos
entre 8 de
janeiro
de 1886 e 16 de
junho de 1890.
Lya ressalta
que
a
tradução
está sendo reveladora: “Foi
possível
ver
que
ao
contrário
do
que
muitas
pessoas pensam, os
colonos
não
eram
leigos e
analfabetos,
dedicados
apenas a
cuidar
da
terra.
Eles
tinham
um
bom
nível
cultural, constatado
através das
construções
frasais
e
terminologia
empregadas
nestes
documentos.
Além dos
agricultores,
vieram
muitos
artesãos,
relojoeiros,
professores,
marceneiros,
carpinteiros
e
músicos.
Eles
foram
muito
importantes
para
o
desenvolvimento
econômico
e a
cultura
da
época”,
ressaltou.
De
acordo
com
a diretora do
Arquivo
Histórico
Municipal, Mirian Ritzel, o
conteúdo dos
manuscritos
refere-se
principalmente
a
obras
realizadas
ou
solicitadas à
Câmara
Municipal de
Cachoeira,
dando
conta
dos
nomes
dos
operários
envolvidos, dos
valores recebidos e dos
colonos
cumpridores e faltantes
com
os
compromissos
assumidos
perante as
autoridades
encarregadas da fiscalização e
administração
das
obras
.
DEDICAÇÃO
- Lya está
trabalhando na
tradução
desde
2005 e revela
que
a
tradução
dos
documentos
foi dificultada
pela
caligrafia
dos
redatores
e
pelo
freqüente
uso
do
alfabeto
gótico
ao
invés
do
latino.
“Esta
era uma
prática
comum
entre
os
alemães.
Em
alguns
casos
houve o
uso
concomitante
dos
dois
alfabetos”,
ressaltou. Lya
já
traduziu 10
documentos.
Agora
ela
trabalha
em
outros
três,
mas
relata
que
eles oferecem
dificuldades
maiores,
pois
foram
escritos
com
termos
técnicos
que
exigirão o
auxílio de
profissional
da
área
da
engenharia
para
a
tradução.
****************************************
IMPORTANTE
A tradução dos documentos está contando com a colaboração de
Vera Metz e da professora aposentada Iza Gressler, que remeteram
cópias das cartilhas de alemão gótico parecidas com as que elas
foram alfabetizadas no Colégio Barão do Rio Branco.
**************************************************

Mirian Ritzel e Lya Wilhelm:
tradução de
13 documentos escritos pelos imigrantes |
|
Os documentos traduzidos |
| Entre os papéis já
desvendados: >> Declaração dos serviços de
abertura de estradas e arruamentos realizados na Linha
Contenda, lotes 1, 2 e 3, apresentando número de
trabalhadores envolvidos e valores des-pendidos. Assinam o
documento Engelbert Predi-ger, Friedrich Schlesner e Carl
Radiske.
>> Ofício remetido de Santo Ângelo em 9
de abril de 1888 informando as autoridades da Câmara sobre
os moradores que pagaram e os que não pagaram impostos.
Nota-se que o documento foi emitido já com a tradução para o
português em sua margem direita.
>> Certidão de nascimento e batismo do
pomerano Georg Friedrich Wilhelm, impressa e preenchida em
alemão gótico, na cidade de Belgard, no dia 21 de outubro de
1889.
**********************************************************************************************************************
Fonte: Jornal do Povo -
Cachoeira do Sul - RS - (Por ONEIDE TEIXEIRA) - Edição de
28/07/2008 |
|
|
|
|
|
|
|

Clique aqui e leia
suas matérias
|
|
|
ÍNDIA CARIJÓ - A MÃE DOS
LAGUNISTAS e OS FUNDADORES DE SÃO FRANCISCO DE PAULA |
|
|
 |
 |
 |
 |
|
Clique p/ampliar |
Clique p/ampliar |
Clique
p/ampliar |
Clique
p/ampliar |
Por Luiz Antonio Alves
1) "Índia Carijó, a mãe dos lagunistas".
Dentro de sua proposta de pesquisa, o autor mostra uma visão diferenciada
e inovadora sobre os índios, do ponto de vista histórico-genealógico. A
importância dos primitivos habitantes na fundação de vilas e povoados é
maior do que se imagina, principalmente no que se relacionada a cidade
catarinense de Laguna. Além disto, apresenta os descendentes de uma índia
carijó com membros da família Brito Peixoto, espalhados em todos os
estados do Sul do Brasil.
|
2) "Os Fundadores de São Francisco de
Paula". Além de vasta pesquisa documental sobre o povoamento dos campos de
cima da serra no Rio Grande do Sul, Alves apresenta a descendência de Pedro
da Silva Chaves e Gertrudes de Godoy Leme. Ele, descendente de fidalgos
portugueses e ela com sangue tupiniquim da tribo do Cacique Tibiriçá.

Luiz Antonio Alves |
|

Para ampliar, clique na imagem
|
MEMORIAL AÇORIANO
Memorial Açoriano, de Luiz
Antônio Alves, é uma das maiores obras do gênero já publicadas. São 52
volumes de uma publicação artesanal (A4, 90g/m²) contendo informações
genealógicas de famílias pioneiras povoadoras de diversos Estados
brasileiros. Os 27 primeiros Tomos inclui ilhéus que chegaram ao Rio Grande
do Sul. Os demais, 25 tomos, incluem genealogia relativa aos que chegaram à
Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e outros
Estados. Ao todo são mais de 2.500 casais de patriarcas e matriarcas que
geraram milhares de descendentes. No primeiro Tomo o autor apresenta uma
abordagem teórica compacta criando uma terminologia técnica-científica
inédita, como: "amostragem genealógica", "inventário genealógico" e
"parentes genealógicos". Propõe um diálogo com outras áreas como História,
Geografia, Antropologia, Sociologia e até mesmo com ciências biológicas,
astronomia, arqueologia, física, matemática e estatística. Ainda no primeiro
Tomo consta o índice de toda a obra, facilitando a pesquisa e a procura das
famílias açorianas. Observa o autor de que as milhares de relações envolvem
também parentes de outras "etnias" e culturas com origem em regiões
diferentes do Planeta. Finalmente, sugere de que os Genealogistas passam por
graus (estágios) de conhecimento mais prugundo sobre a matéria. Num primeiro
momento, os pesquisadores resgatam alguns nomes lembrados até ao avô,
bisavô ou até mesmo trisavós. Num outro grau mais avançado, tentam compor
árvores com mais de 20 ou 30 gerações e a Filosofia ajuda a despertar novas
noções e compreensões da existência humana." Contato:
tonybel@uol.com.br
|
|
Pedidos: Direto ao Autor pelo E-Mail:
tonybel@uol.com.br
|
|
|
|
|
|
|
DOM PEDRO HENRIQUE
- O CONDESTÁVEL DAS SAUDADES E DA ESPERANÇA |
|
|
|
 |
Lançado no Rio de Janeiro, numa sessão solene realizada no Hotel Glória, no dia 4-6-2006, o livro "Dom Pedro
Henrique - o Condestável das Saudades e da Esperança", de Armando Alexandre
dos Santos (Editora Artpress, São Paulo, 184 pgs., formato 15,5x22 cm), com
prefácio de Dom Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do
Brasil.
O autor já é bem conhecido
internacionalmente, pelos livros importantes que publicou sobre a monarquia
brasileira: "A Legitimidade Monárquica no Brasil", "Ser ou não ser
Monarquista, eis a questão", "O Brasil Império nas páginas de um velho
almanaque alemão" e "Parlamentarismo, sim! Mas a brasileira: com Monarquia
e com Poder Moderador eficaz e paternal". É também autor de "Apontamentos
para a História do Instituto Genealógico Brasileiro" e de muitas outras
obras.
|
|
Este novo livro é uma homenagem
prestada a memória de Dom Pedro Henrique de Orleans e Bragança, que faleceu
em 1981, há exatamente 25 anos, e foi Chefe da Casa Imperial do Brasil
durante 60 anos.
É uma biografia completa do Príncipe,
baseada em sólida documentação e revelando inúmeros fatos pouco conhecidos
de sua vida. Seu papel na vida política do País; seu relacionamento com os
monarquistas brasileiros; suas provações durante a Segunda Guerra Mundial;
as dificuldades econômicas que precisou enfrentar ao longo da vida; suas
atividades artísticas; o empenho que teve para, juntamente com sua
digníssima Esposa, Princesa Da. Maria da Baviera de Orleans e Bragança,
educar seus doze filhos como autênticos Príncipes brasileiros - tudo isso é
exposto neste livro encantador, que se lê como um romance apaixonante.
Edição restrita, de luxo, em papel de
alta qualidade, com dezenas de fotografias, muitas das quais inteiramente
inéditas. Obra que tende a ficar rara em breve.
Pedidos diretamente ao autor, ao preço unitário de R$ 40.00 +
7,00 de embalagem e despesas postais, pelo e-mail
aasantos@uol.com.br
ou pelo telefone 0xx11-8181-6855.
|
|
 
Prof. Dr.
José Alberto Neves
Candeias |

Parte do Prefácio elaborado pelo Prof. Dr. Flávio Fava de Moraes,
ex-Reitor da Universidade de São Paulo. |
|
|

NOTA
SOBRE O AUTOR:
Áttila Augusto Cruz Machado nasceu
na cidade do Rio de
Janeiro em 8 de novembro de
1939. É médico anestesiologista
e Coronel
– médico Reformado da Força Aérea Brasileira.
Genealogista e pesquisador
desde 1961, quando
ingressou no Colégio Brasileiro de
Genealogia, onde é membro
titular e ex-presidente, hoje ocupa a
vice-presidência (2006-7).
Tem diversos artigos publicados em revistas
do ramo, além de
ter proferido palestras sobre a
especialidade e publicado o livro “FISICATURA-MOR – Do físico-mor e do
cirurgião-mor do
Reino de Portugal, do Reino Unido e do Império do Brazil”
(lançado na 12ª Bienal Internacional
do Livro, em 2005). |
|
Descendência de Antônio Gonçalves Côrtes (1738 – 1805)
e Ana Gonçalves Rodrigues (1760 – > 1805): |
|
O livro,
editado em dezembro de 2006 e lançado em 25 de janeiro deste ano, no
Rio de Janeiro, fruto de quarenta anos de pesquisas, trata da
descendência de Antônio Gonçalves Côrtes, português, casado em
Ressaquinha, Minas Gerais, em 1778, com Ana Gonçalves Rodrigues,
brasileira e descendente de quatrocentões de São Paulo, até os dias
de hoje; mostra, também, a ascendência de Antônio, em Portugal, até
os idos de 1600.
A família se radica em Angustura
(NS da Madre de Deus do Angu) nos primeiros decênios do século XIX,
se torna cafeicultora, se espraia pelos municípios limítrofes (Além
Paraíba, Mar de Espanha, Leopoldina, etc.) e se alia, através
casamentos, com outras famílias importantes da região, mantendo uma
hegemonia de cerca de cem anos.
Hoje, os descendentes do patriarca,
também com diversos outros sobrenomes, são encontrados em todos os
estados brasileiros, notadamente no Rio de Janeiro, Minas Gerais e
Distrito Federal e, certamente, poucas são as famílias brasileiras a
dispor de um trabalho genealógico, documentado com pesquisas em
fontes primárias, atingindo os séculos XVII e XVIII no Brasil.
É o que estou oferecendo aos
parentes de minha falecida mulher – Maria Helena Côrtes Witte, e de
meus filhos e netos.
A obra (376 págs., lombada costurada, etc.), editada
pelo autor, poderá ser adquirida por R$ 45,00 (+ R$ 5,00 para a
postagem, se for o caso).
Pedidos diretamente com o autor:
attilahuno@terra.com.br
|
|
|
|
|
 |
|
|
 |
|
Usar
resolução 800 x 600 para melhor visualizar este site.
jbcultura@jbcultura.com.br
© 1977-2007
Jornal Brasileiro de Cultura - Todos os Direitos Reservados |
|
|
 |
|
|
ATENÇÃO:
Artigo ou material deste site pode ser usado em outro endereço na
Internet, desde que seja referida a fonte e autor. O não cumprimento
desta norma,
pode gerar ação judicial conforme
Inciso I do Artigo
29 - Lei 9.610/98. |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
Dr. Geraldo Costa de Vasconcelos
Filho |
|
|
ATENÇÃO:
Artigo ou material deste site pode ser usado em outro endereço na
Internet, desde que seja referida a fonte e autor. O não cumprimento
desta norma,
pode gerar ação judicial conforme
Inciso I do Artigo
29 - Lei 9.610/98. |
|
|
Usar
resolução 800 x 600 para melhor visualizar este site.
claudiofortes@jbcultura.com.br
© 1977-2009
Jornal Brasileiro de Cultura - Todos os Direitos Reservados |
|
|