FUNDADO EM 1977 - DIRETOR GERAL: CLAUDIO FORTES

 
 

 
 
 

 


 
ADENDA AO DICIONÁRIO DAS FAMÍLIAS BRASILEIRAS

 

ARANTES

Anibal de Almeida Fernandes, 13o neto de João de Arantes, Maio, 2005.

ENVIADO a CUNHA BUENO/CARLOS BARATA em ABRIL 2005.

Família de abastados proprietários de fazendas de café estabelecida em Minas Gerais. Tem origem em Portugal, no século XV, em João de Arantes, o 1o Arantes e patriarca da família Arantes, que foi Condestável dos Espingardeiros do Rei D. João II, com Carta de Nomeação registrada a 2/1/1488, no Nobiliário de Memórias Genealógicas, manuscrito no 876 do Arquivo Distrital de Braga, de autoria do Padre. Marcelino Pereira, séc. XVII. Foi casado com Genebra de São Payo, conforme está registrado em escritura feita a 16/2/1509, o filho Diogo de Arantes foi nomeado Tabelião de Entre Homem e Cávado por D. Manoel I a 11/3/1511 e 18/2/1516 e por João III a 9/9/1522; o 4o neto, Francisco de Arantes, bat. a 21/8/1659, foi Juiz na Freguesia de São Salvador do Couto do Souto, [Comarca de Viana, Braga Portugal], cas. com Úrsula Fernandes; o 5o neto, Domingos de Arantes [1693, freguesia de São Salvador do Souto, comarca de Viana, Braga, Portugal] deixou numerosa descendência, pela qual correm os sobrenomes Arantes e Arantes Marques, (v.s.), de Minas Gerais de seu cas., a 6/8/1719, com Josefa Marques, filha de João Francisco e de Maria Marques. O casal teve 10 filhos, Maria [1720], Helena [1722], João [1724], Domingos [1726], Domingas [1729], José [1730], Manoel [1732], Francisco [1734], Antonio [1738], Jerônimo [1741], todos nascidos em São Salvador do Souto. Destes, dois vieram para o Brasil estabelecendo-se em Minas Gerais, onde deixaram larga descendência que deu continuidade ao sobrenome Arantes e Arantes Marques: João de Arantes Marques (nasc. a 25/4/1724-) patriarca do Ramo Arantes de Formiga, MG, cas. com Margarida Maurícia do Sacramento com 7 filhos, Antonio, Maria, Antonia, Francisco (Padre),João Carlos, Manoel e Francisca; e Antônio de Arantes Marques [nasc. a 17/7/1738, Braga – fal. 1801, Aiuruoca, MG], patriarca do Ramo Arantes de Aiuruoca, MG, onde fundou a fazenda Conquista no séc. XVIII, até hoje pertencente à família Arantes, cas. com Ana da Cunha Carvalho filha do Coronel Antonio da Cunha Carvalho e Bernarda Dutra da Silveira que descende de Baltasar de Moraes de Antas, Juiz em São Paulo a partir de 1579. O casal teve 11 filhos, Francisco, Thomaz, Antonio, Jerônimo, Maria, Manoel Rufino, Theodósio, João, Joaquim, Veríssimo e Raimundo. Entre os descendentes de Antonio, cabe registrar: I – o filho Manoel Rufino Carvalho de Arantes herdeiro da fazenda Conquista, cas. a 25/11/1784 com Ana Joaquina de Carvalho, irmã do 1o barão de Cajurú, II - o neto, Antônio Belfort de Arantes Marques [1804, Aiuruoca, MG - 19.07.1885, Andrelândia, MG], que foi agraciado com o título [Dec. 15.06. 1881] de 1o barão de Cabo Verde. Deixou geração do seu cas. com Maria Custódia de Paula, filha do Cap. Inácio Ribeiro do Vale, da importante família Ribeiro do Vale (v.s.), de Minas Gerais. Em 1834, estabeleceu-se na fazenda da Paraíba, que confrontava com a fazenda das Bicas, de seu cunhado, João Gualberto de Carvalho, o 1o barão de Cajurú cas. com Ana Inácia Ribeiro do Valle filha do citado Capitão Inácio Ribeiro do Valle.; III -o bisneto Antônio Ribeiro Belfort de Arantes [1818, Turvo, MG - 01.10.1908, Turvo, MG], filho do anterior, que foi agraciado, sucessivamente, com os títulos de barão de Arantes [Dec. 19.07.1879] e de visconde de Arantes [18.07.1888]. Juiz Municipal, suplente, da cidade de Turvo (MG). Deputado por Minas Gerais à Constituinte de 1891. Fazendeiro. Comendador. Oficial da Ordem da Rosa. Deixou geração do seu cas., com sua prima legítima, Libânia Jesuína de Carvalho, viscondessa de Arantes, filha do 1o Barão de Cajurú (v.s.), de Minas Gerais; IV - o bisneto, Teófilo Belfort Ribeiro de Arantes, Presidente da Câmara Municipal de Andrelândia [1878-1880]; V - a bisneta, Maria Cândida Belfort de Arantes, que foi casada com Militão Honório de Carvalho, barão de Cajurú [Dec. 20/7/1889], filho do 1o barão de Cajurú .; VI - Euro Luiz Arantes [07.03.1927, Guidoval, MG], advogado, fundador e diretor do semanário Binômio. Deputado estadual, por Minas Gerais [1958]. Cidadão Honorário da cidade de Pirapora, MG. VII – o trineto Altino de Arantes Marques, Secretário do Interior, Secretário da Fazenda, Deputado Federal e Presidente do Estado de São Paulo, [1916-1920], VIII – o 4o neto Mário Arantes de Almeida [1893 – 25/7/1958], advogado, Presidente da 5a Seção de Araraquara da OAB, Vereador e Prefeito de Araraquara, SP, onde é nome de rua. Nobreza Titular: I - Antônio Belfort de Arantes Marques, barão de Cabo Verde - citado acima; II - Antônio Ribeiro Belfort de Arantes, barão e visconde de Arantes - citado acima. O lugar de Arantes fica no município de Lavras, perto de Carrancas. (A Família Arantes) (Anuário Genealógico Brasileiro, I, 74, 99).

João de Arantes, sua descendência do século XV até o século XX: Ramo ARANTES-AIURUOCA

1º- João de Arantes, Cavaleiro Fidalgo, de sangue e espada, Senhor da Quinta de Romay, Morador da Casa Real, Condestável dos Espingardeiros do Rei D. João II por carta de nomeação registrada a 2/1/1488, Reino de Portugal, n. cerca de 1460, pai de:

2º -   Diogo de Arantes, Escudeiro Fidalgo de sangue dos Reis[1] D. Manoel e D. João III, pai de:

3º-   Violante, f. 12/5/1622, c.c. Simão Gonçalves, Senhor da Quinta da Espinheira, pais de:

4º-   Margarida, a 14/8/1585 c.c. Gaspar Rodrigues, pais de:

5º-   Maria, a 10/2/1624, c.c.Manuel Lopes, pais de:

6º-   Maria, b. 6/2/1625, f. 4/5/1709, a 12/8/1646 c.c. Antonio Ferreira, pais de:

7º-   Francisco de Arantes, b. 21/8/1659, f. 6/4/1733, pai do filho único:

8º-   Domingos de Arantes, b. 30/7/1693, pai de:

9º-   Antonio de Arantes Marques, n. 1738, veio para o Brasil, Aiuruoca MG, Capitão-Mor,

patriarca do Ramo Arantes-Aiuruoca, c.c. Ana Cunha Carvalho que descende de Baltasar de Moraes de Antas, vindo ao Brasil em 1556 e Juiz em São Paulo a partir de 1579, pais de:

10º- Manuel Rufino de Arantes, item 3.2, pai de:

11º- Joaquim Carvalho de Arantes, pai de:

12º- Ana Margarida, neta do 1o Barão de Cajurú, c.c. João Antônio de Avellar e Almeida e Silva, irmão da 1ª Baronesa do Rio das Flores, eram netos de Manoel de Avellar e Almeida, Vassouras, Rio de Janeiro, tronco da família Avellar e Almeida com origem em Theodoredo, 4º Rei Visigodo em 419 d.C. No 2º Reinado do Brasil houve os seguintes 7 titulares Avellar e Almeida: Barão de Avellar e Almeida, Barão do Ribeirão, Barão e Visconde de Cananéia, Barão de Massambará, Baronesa de Werneck, 1ª Baronesa do Rio das Flores, 2º Barão do Rio das Flores. A família Avellar e Almeida tem um estudo publicado na ”Edição Comemorativa do Cinqüentenário do Instituto Genealógico Brasileiro Imprensa do Estado S/A, IMESP, São Paulo, 1992, página 313 e no “Dicionário das Famílias Brasileiras ” de Antonio Henrique da Cunha Bueno, Brasília, 2000.

13º - Bernardina, nascida em 1869, c.c. Joaquim Rodrigues d' Almeida, filho de Albino Rodrigues d' Almeida que era primo de Joaquim de Almeida Ramos, Barão de Almeida Ramos, e era neto de José Rodrigues d'Almeida, Viseu, Portugal, século XVIII, pais de:

14º - Anna, nascida em 1907, c.c. Aníbal de Barros Fernandes, filho de João Antonio Fernandes e Ana Joaquina de Barros, neto de Antonio José Fernandes e Ana Joaquina Adão, neto, por parte de mãe, de André Gonçalves e Maria Francisca de Barros, irmã do Dr. Adriano Júlio de Barros, médico, presidente da Câmara Municipal de Campinas, no século XIX, pais de:

15º- Anibal de Almeida Fernandes, nascido em 1944, c.c. Maria José Giordano Del Grande, pais

       de:

16º - Ana Tereza Del Grande Arantes de Almeida Fernandes, nascida em 1977, 15º geração, após João de Arantes, seu 14º avô, numa linhagem contínua de 517 anos com 34,4 anos, em média, por geração, do Século XV (1460) até o Século XX (1977).

               Fontes:      

               Nantes ou Arantes ou D’Anantes, que hoje He Arantes, Eduardo de

               Arantes e Oliveira, Portugal.

A Família Arantes, Américo Arantes Pereira, Legis Summa Ltda, Ribeirão Preto, 1993.

Titulares do Império, Carlos Rheinganntz, Arquivo Nacional, Rio de Janeiro, 1960.

Notas para a História da Vila de Pati do Alferes Frei Aurélio Stulzer, Rio de Janeiro, 1944.

História da Casa de Bragança http~ip200650/bragança.html

As Ilhoas José Guimarães, Revista Genealógica Latina, Vol. XII, SP, 1960.

José Guimarães, dados fornecidos.

Mário Arantes de Almeida, dados fornecidos.

Todas as Publicações do Instituto Genealógico Brasileiro – IGB -.


[1] Felgueiras Gayo, informa que o foro de cavaleiro e escudeiro era sinal de nobreza; principalmente

quando o titulo já era usado

antes da reforma feita por D. Sebastião, em 1572, que abrandou as exigências para a concessão dos títulos.

 

 

AVELLAR e ALMEIDA

ENVIADO PARA CUNHA BUENO/CARLOS BARATA = ABRIL 2005.

Informações de Anibal de Almeida Fernandes, 5o neto do Alferes Manuel Coelho de Avellar.

AVELLAR e ALMEIDA, Importante família de abastados proprietários rurais, fazendeiros de café, oriundos da Ilha das Flores, bispado de Angra do Heroísmo, nos Açores, estabelecidos na região centro-sul fluminense (Vale do Paraíba), do Estado do Rio de Janeiro. Teve princípio no Alferes Manuel Coelho de Avelar [c.1742, Freg. de S. Pedro da Ponta Delgada, da Ilha das Flores], que deixou geração do seu cas. com Maria Rosa de Almeida, natural da mesma freguesia - por onde ocorreu a união dos dois sobrenomes. Entre os descendentes daquele patriarca português, destacamos: I - o filho, Manuel de Avelar e Almeida [* c.1767, Freg. S. Pedro da Ponta Delgada, da Ilha das Flores, Açores - + 27.04.1848], que passou para o Brasil, estabelecendo-se na região centro-sul do Estado do Rio de Janeiro. Conforme seu Inventário, feito a 7/6/1848, e registrado no Cartório José Maria da Costa, Vassouras, deixou uma prole de 10 filhos, do seu cas., c.1792, com sua prima Suzana Maria de Jesus [* c.1769, Freg. S. Pedro da Ponta Delgada, da Ilha das Flores, Açores - + 23.06.1839], filha de Manuel Henriques e de Maria Coelho; II - o neto, Marcelino José de Avellar, filho do anterior. Proprietário da fazenda da Paraíba (depois Concórdia), com 1.000 braças de testada sobre o rio Paraíba, cas. com Francisca de Paula Correia e Castro filha do Barão de Campo Belo; III - o neto, José de Avellar e Almeida, barão do Ribeirão, irmão do anterior, que vai denominado adiante; IV - a bisneta, Francisca de Paula Avelar [c.1830-], que, por seu casamento, tornou-se a matriarca da família Avelar Brandão (v.s.), a mesma região; V - a bisneta, Carolina de Avelar e Almeida, que, por seu casamento, tornou-se a matriarca da família Avelar Fernandes (v.s.), da mesma região; VI - o bisneto, Visconde de Cananéia, que vai denominado adiante; VII - o bisneto, barão de Massambará, que vai denominado adiante; VIII - o bisneto, José de Avelar e Almeida Júnior, nat. de Vassouras, proprietário da fazenda de Mato Dentro, IX – a neta Ana Maria c.c. Bernardino José da Costa, X - a neta Inácia Maria c.c. Manoel Inácio de Azevedo, XI – a neta Mariana Rosa c.c Antonio Inácio Botelho, XII – a neta Luisa Maria, 1o c.c. Antonio José da Silva com prole de 2 filhos: Maria Salomé, c.c. seu primo José Vieira Machado da Cunha, 1o Barão do Rio das Flores e de João Antonio c.c. Ana Margarida Carvalho de Arantes neta de João Gualberto de Carvalho e de Ana Inácia Ribeiro do Valle, 1os Barões de Cajurú; Luisa Maria, 2o c.c. Anastácio José Gonçalves Figueira com prole de 5 filhos, XIII - a neta Rita Maria c.c. José Maria Lisboa, XIV – a neta Maria Rosa c.c. seu tio Eleutério Rodrigues Barbosa, XV – a neta Isabel Maria c.c. José Pedro Teixeira Coelho, XVI – a neta Francisca Maria c.c. seu tio Francisco Rodrigues Barbosa. Nobreza Titular: I - José de Avelar e Almeida [- 26.03.1874, Vassouras, RJ], citado acima. Foi agraciado, por Dec. de 22 de Junho de 1867, com o título de barão de Ribeirão. Fazendeiro na província do Rio de Janeiro. Deixou prole de 13 filhos, do seu cas. com Ana Barbosa de Sá [- 12.08.1868, Vassouras, RJ], baronesa de Ribeirão, irmã do 1o Barão de Santa Justa, da importante família Rodrigues Barbosa (v.s.), da região centro-sul fluminense do Estado do Rio de Janeiro; II - Bernardino Rodrigues de Avelar [bat. 13.10.1823, Vassouras, RJ - 11.04.1896, Vassouras, RJ], citado acima, Foi agraciado, sucessivamente, com os títulos de barão de Cananéia [Dec. 15.10.1868], elevado a Visconde de Cananéia [Dec. 18.09.1886]. Deixou prole de 4 filhos de seu 1o casamento, com sua prima, Carlota Elisa de Avelar, natural de Vassouras, filha de Marcelino José de Avelar, da fazenda da Paraíba, acima denominado; viscondessa de Cananéia; ao ficar viúvo o Visconde se casou novamente tendo uma filha única, Maria Virgília, que se casou com Carlos França Carvalho neto de Vicente de Souza Queiros, barão de Limeira,; III - Marcelino de Avelar e Almeida [1822 - 31.08.1898, Rio, RJ], citado acima. Foi agraciado com o título [Dec. 04.09.1867] de barão de Massambará. Foi casado duas vezes: a primeira, com sua prima Ana Rita de Avellar [- 05.06.1868], 1ª baronesa de Massambará, filha de seu tio Marcelino José de Avelar, da fazenda da Paraíba, acima denominado; e a segunda, com Maria Luiza de Azevedo Carvalho [c.1843 - 21.10.1912, Rio, RJ], 2ª baronesa de Massambará; filha de Carlos Antonio de Carvalho e IV - Laurindo de Avelar e Almeida [05.12.1849, Vassouras, RJ - 25.11.1902, Rio, RJ], citado acima. Foi agraciado a 07.01.1881, com o título de barão de Avelar e Almeida. Fazendeiro de café na província do Rio de Janeiro. Teve mercê da Carta de Brasão de Armas. Foi casado três vezes: em primeiras núpcias, com sua sobrinha, Maria José de Avelar, filha do citado fazendeiro José de Avelar e Almeida Júnior; em segundas núpcias, com outra sobrinha, Laurinda de Avelar Werneck [bat. 25.12.1851, Vassouras, RJ -], filha de Inácio José de Souza Werneck e de Bernardina de Avelar e Almeida - da importante família Werneck (v.s.), da região centro-sul fluminense do Estado do Rio de Janeiro, e, em terceiras núpcias, a 02.06.1880, no Rio, RJ, com Maria Ursulina Peçanha da Silva [21.10.1846, Rio, RJ - 16.12.1942, Vassouras, RJ], baronesa de Avelar e Almeida (ver este título). Heráldica: O citado barão de Avelar e Almeida requereu armas a 17.01.1881, que lhe foram passadas a 22.01.1881, a saber: um escudo em campo de ouro, uma banda de vermelho carregada de três estrelas de prata, acompanhada, à destra, de um cafeeiro de verde frutado de vermelho, e, à destra, de uma abelha de verde. Divisa: Virtude et Honore. Coronel de barão (Registrada no Livro II, a fls. 9/11, sob o n.º 3).

 

►Manoel e Susana de Avellar e Almeida, (Casal Tronco) conforme o Inventário feito em Vassouras a 7/6/1848, tendo por Inventariante o Barão do Ribeirão e cuja cópia foi

 obtida no Tabelião José Maria da Costa de Vassouras, tiveram 10 filhos[1], segue a descendência da 6a filha:

1.6) Luisa Maria de Jesus, 1o c.c. Antonio José da Silva, Membro da Câmara de Valença de 1826 a 1829, são meus trisavós, tiveram 2 filhos:

2.1) Maria Salomé, c.c. seu primo, José Vieira Machado da Cunha, 1o Barão do Rio das Flores (1867), tio do Barão d’Aliança. Tiveram vários filhos, entre eles o 2o Barão do Rio das Flores, Mizael Vieira Machado da Cunha, c.c. Aurora Ottoni, (1858-1922), filha de Teófilo Ottoni.

2.2 ) João Antonio, c.c. Ana Margarida de Arantes, neta paterna de Manoel Rufino de Arantes, bisneta do Capitão-Mor Antonio de Arantes Marques e sua mulher Ana da Cunha Carvalho que é 5a neta de Baltazar de Moraes de Antas, que veio para o Brasil em 1556, Juiz em São Paulo de Piratininga em 1579, fidalgo português com Carta de Nobreza reconhecida oficialmente a 11/9/1579 (Sanches de Baena: Arquivo Heráldico e Genealógico). Ana Margarida é 10a neta de João de Arantes (n. cerca de 1460), Fidalgo Cavaleiro, Morador da Casa Real, Senhor da Quinta de Romay, é o 1o Arantes registrado na história de Portugal ao ser nomeado, a 2/1/1488, Condestável d’El Rei D. João II, 13o Rei português, que fixou a autoridade da Casa Real sobre a nobreza; neta materna de João Gualberto de Carvalho e Ana Inácia Ribeiro do Valle, 1os Barões de Cajurú a 30/6/1860, (meus tetravós), é sobrinha do 2o Barão de Cajurú, do Barão de São João d’El Rei e do Visconde de Arantes, é sobrinha neta do 1o Barão de Cabo Verde, é prima irmã do 2o Barão do Rio das Flores. João Antonio e Ana Margarida são meus bisavós, pais de:

   ►3.2: Bernardina (1869-1936), a 30/1/1889 c.c. Joaquim Rodrigues d’Almeida (1866-1937)

       filho de Albino Rodrigues d’Almeida c.c. Antonia Maria da Conceição, neto de José

       Rodrigues d’Almeida c.c. Maria do Carmo, de Viseu, Portugal. Joaquim é primo 2o de

       Joaquim d’Almeida Barão de Almeida Ramos. Vieram para Araraquara, SP, em 1890, para

       a fazenda Baguary (600.000 pés de café). Pais de 12 filhos: 4.1 Luisa; 4.2 Mário: em 1914,

       interrompeu o Curso de Engenharia em Liège, Bélgica, por causa da 1a Guerra Mundial e se

       formou em advocacia em São Paulo pelo Largo de São Francisco. Vereador e Prefeito de

       Araraquara, SP, onde é nome de rua; 4.3 Luis: médico pela Praia Vermelha, é nome de rua

       em Araraquara, 4.4 Maria; 4.5 Alzira; 4.6 Isaura; 4.7 Joaquim; 4.8 Ana que segue; 4.9

       Esther; 4.10, José: médico pela Praia Vermelha RJ; 4.11, Bernardino: advogado, é

       nome de rua em Araraquara; 4.12 Orlando, advogado pelo Largo de São Francisco, SP.

 

  4.8: Ana (1907-1987) em 1927 c.c. Anibal de Barros Fernandes (1904-1973),

          filho de João

          Antonio Fernandes e Ana Joaquina de Barros, neto por parte de pai de Antonio José

          Fernandes e Ana Joaquina Adão, Vila Real, Portugal, neto por parte de mãe de André

          Gonçalves e Maria Francisca de Barros, Campinas, São Paulo, que é irmã de Adriano Júlio

          de Barros (n. 1868), médico e presidente da Câmara Municipal de Campinas, no

          séc. XIX.

          O casal teve 3 filhos: 5.1 Ana; 5.2 Rachel, 5.3 Anibal, que segue:

     5.3: Anibal, arquiteto (Mackenzie 1968), c.c. Maria José Giordano Del Grande, filha de

          José Del Grande, c.c. Thereza Spina Giordano, neta por parte de pai de Seraphim Del

          Grande e Judite Del Carlo, Lucca, Itália, neta por parte de mãe de Domingos Giordano

          (fundador da 1a Casa Bancária de São Paulo), c.c. Carmela Spina, bisneta de Vicente

          Giordano c.c. Ângela Maria Barra Falchi, filha do Cavagliere Francesco Antonio Barra

          (também pai de Nicolino Barra, Barão Barra, nobreza italiana) de Torraca, Salerno, Itália,

          radicado em São Paulo no final do séc. XIX em um imponente palacete que existe até hoje

          (2004) no começo da Av. Liberdade tendo no frontão a inscrição BCFA. Pais de:

         6.1: Ana Tereza Del Grande Arantes de Almeida Fernandes, (nasc. 1977), psicóloga.

1.6) Luisa Maria, 2o c.c. Anastácio José Gonçalves Figueira, tiveram 5 filhos: 2.3) Luisa, 2.4) Clementina c.c. seu tio Hilário de Avellar e Almeida, 2.5) Anastácio, 2.6) Luís, 2.7) Anastácia.

 

Fontes:   Francisco Klörs Werneck, Primeiros Povoadores de Vassouras.

Francisco Klörs Werneck, História e Genealogia Fluminense.

Francisco Klörs Werneck, Nobiliarquia Fluminense.

Ignácio Raposo, História de Vassouras.

Greenhalg Faria Braga, De Vassouras, Histórias, Fatos e Gente.

Greenhalg Faria Braga, Vassouras de Ontem.

Rudy Mattos da Silva, Galeria Vassourense.

Carlos Rheingantz, Titulares do Império.

IGB-Instituto Genealógico Brasileiro: Anuário Genealógico Brasileiro, Anos: I (pgs: 74, 84, 99, 106,

233, 318, 341, 347, II (pgs: 25, 58, 74), III (pgs: 158, 309, 323, 545), IV (pgs: 88, 95, 227 a 264, 277, 278), VI (pg: 15), VII (pg: 183), e IX (pgs: 452, 464, 465, 469).

Informações de José Carlos Braga de Avellar, trineto do Visconde de Cananéia.


[1] Abreviações: nasc. ou n.= nascido;  b.= batizado;  c.c.= casado/casamento com;  fal. ou f. = falecido.

   Anibal de Almeida Fernandes - Maio de 2005

 

 
 

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