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ADENDA AO
DICIONÁRIO DAS FAMÍLIAS BRASILEIRAS
ARANTES
Anibal de Almeida Fernandes, 13o
neto de João de Arantes, Maio, 2005.
ENVIADO a CUNHA BUENO/CARLOS BARATA em ABRIL
2005.
Família
de abastados proprietários de fazendas de café
estabelecida em Minas Gerais.
Tem origem em Portugal,
no século XV, em
João de Arantes, o 1o Arantes
e patriarca da
família Arantes, que foi
Condestável dos Espingardeiros do Rei D. João
II, com Carta de Nomeação registrada a 2/1/1488,
no Nobiliário de Memórias Genealógicas,
manuscrito no 876 do Arquivo
Distrital de Braga, de autoria do Padre.
Marcelino Pereira, séc. XVII. Foi casado com
Genebra de São Payo, conforme está registrado em
escritura feita a 16/2/1509, o filho
Diogo de Arantes foi nomeado Tabelião de
Entre Homem e Cávado por D. Manoel I a 11/3/1511
e 18/2/1516 e por João III a 9/9/1522;
o 4o neto,
Francisco de Arantes,
bat. a 21/8/1659, foi Juiz na Freguesia de São
Salvador do Couto do Souto, [Comarca de Viana,
Braga Portugal], cas. com Úrsula
Fernandes; o 5o
neto, Domingos de Arantes
[1693,
freguesia
de São Salvador do Souto, comarca de Viana,
Braga, Portugal] deixou numerosa
descendência,
pela qual correm os sobrenomes Arantes e Arantes
Marques, (v.s.), de Minas Gerais de seu cas.,
a 6/8/1719, com
Josefa Marques,
filha
de João Francisco e de Maria Marques. O
casal teve 10 filhos, Maria
[1720], Helena [1722], João
[1724], Domingos [1726], Domingas [1729], José
[1730], Manoel [1732], Francisco [1734],
Antonio [1738], Jerônimo [1741],
todos nascidos em São Salvador do Souto. Destes,
dois vieram para o Brasil estabelecendo-se em
Minas Gerais, onde deixaram larga
descendência
que deu continuidade ao
sobrenome
Arantes e Arantes Marques: João de
Arantes Marques (nasc.
a 25/4/1724-)
patriarca do Ramo Arantes de Formiga, MG, cas.
com Margarida Maurícia do Sacramento com 7
filhos, Antonio, Maria, Antonia,
Francisco (Padre),João Carlos, Manoel e
Francisca; e Antônio de
Arantes Marques [nasc.
a 17/7/1738, Braga –
fal. 1801, Aiuruoca,
MG], patriarca
do Ramo Arantes de Aiuruoca, MG, onde
fundou a fazenda Conquista no séc. XVIII, até
hoje pertencente à família Arantes, cas. com Ana
da Cunha Carvalho filha do Coronel
Antonio da Cunha Carvalho e Bernarda Dutra da
Silveira que descende de Baltasar de Moraes de
Antas, Juiz em São Paulo a partir de 1579.
O casal teve 11
filhos, Francisco, Thomaz, Antonio,
Jerônimo, Maria, Manoel Rufino, Theodósio, João,
Joaquim, Veríssimo e Raimundo. Entre os
descendentes de
Antonio,
cabe registrar: I –
o filho Manoel Rufino Carvalho de
Arantes herdeiro da fazenda Conquista, cas. a
25/11/1784 com Ana Joaquina de Carvalho, irmã do
1o barão de Cajurú, II - o
neto,
Antônio Belfort de Arantes Marques [1804,
Aiuruoca, MG - 19.07.1885,
Andrelândia,
MG], que foi agraciado com o título [Dec. 15.06.
1881] de 1o
barão
de Cabo Verde. Deixou
geração
do seu cas. com Maria Custódia de Paula,
filha
do Cap. Inácio Ribeiro do Vale, da importante
família
Ribeiro do Vale (v.s.), de Minas Gerais. Em
1834, estabeleceu-se na fazenda da Paraíba, que
confrontava com a fazenda das Bicas, de seu
cunhado,
João Gualberto de Carvalho, o
1o
barão
de Cajurú cas. com Ana
Inácia Ribeiro do Valle filha do
citado Capitão Inácio Ribeiro do Valle.;
III -o
bisneto Antônio Ribeiro
Belfort de Arantes [1818, Turvo, MG -
01.10.1908, Turvo, MG],
filho do anterior, que foi agraciado, sucessivamente,
com os títulos de
barão
de Arantes [Dec. 19.07.1879] e de
visconde
de Arantes [18.07.1888]. Juiz Municipal,
suplente, da cidade de Turvo (MG). Deputado por
Minas Gerais à Constituinte de 1891. Fazendeiro.
Comendador.
Oficial
da
Ordem
da Rosa. Deixou
geração
do seu cas., com sua
prima
legítima,
Libânia Jesuína de Carvalho,
viscondessa
de Arantes, filha do 1o
Barão de Cajurú (v.s.), de Minas Gerais;
IV - o
bisneto, Teófilo Belfort Ribeiro de Arantes,
Presidente
da Câmara Municipal de
Andrelândia [1878-1880]; V - a
bisneta, Maria Cândida Belfort de Arantes, que foi casada
com Militão Honório de Carvalho,
2º
barão de Cajurú [Dec.
20/7/1889], filho do 1o barão de
Cajurú .; VI - Euro Luiz Arantes
[07.03.1927, Guidoval, MG], advogado, fundador e
diretor do semanário Binômio. Deputado
estadual, por Minas Gerais [1958]. Cidadão
Honorário da cidade de Pirapora, MG.
VII – o trineto
Altino de Arantes Marques, Secretário do
Interior, Secretário da Fazenda, Deputado
Federal e Presidente do Estado de São Paulo,
[1916-1920],
VIII – o 4o neto Mário
Arantes de Almeida [1893 – 25/7/1958], advogado,
Presidente da 5a Seção de Araraquara
da OAB, Vereador e Prefeito de Araraquara, SP,
onde é nome de rua.
Nobreza
Titular:
I - Antônio Belfort de Arantes Marques,
barão de Cabo Verde - citado acima; II - Antônio
Ribeiro Belfort
de Arantes, barão
e
visconde
de Arantes - citado acima. O lugar de Arantes
fica no município de Lavras, perto de Carrancas.
(A
Família
Arantes) (Anuário
Genealógico
Brasileiro, I, 74, 99).
João de Arantes, sua descendência do século XV
até o século XX: Ramo ARANTES-AIURUOCA
1º- João de Arantes,
Cavaleiro Fidalgo, de sangue e espada, Senhor
da Quinta de Romay, Morador da Casa Real,
Condestável dos Espingardeiros do Rei
D. João II por carta de nomeação registrada a
2/1/1488, Reino de Portugal, n. cerca de 1460,
pai de:
2º - Diogo de Arantes,
Escudeiro Fidalgo de sangue dos Reis
D. Manoel e D. João III, pai de:
3º- Violante,
f. 12/5/1622, c.c. Simão Gonçalves, Senhor da
Quinta da Espinheira, pais de:
4º- Margarida,
a 14/8/1585 c.c. Gaspar Rodrigues, pais de:
5º- Maria,
a 10/2/1624, c.c.Manuel Lopes, pais de:
6º- Maria,
b. 6/2/1625, f. 4/5/1709, a 12/8/1646 c.c.
Antonio Ferreira, pais de:
7º- Francisco de Arantes,
b. 21/8/1659, f. 6/4/1733, pai do filho único:
8º- Domingos de Arantes,
b. 30/7/1693, pai de:
9º- Antonio de Arantes Marques,
n. 1738, veio para o Brasil, Aiuruoca MG, Capitão-Mor,
patriarca do Ramo Arantes-Aiuruoca, c.c. Ana
Cunha Carvalho que descende de Baltasar de
Moraes de Antas, vindo ao Brasil em 1556 e
Juiz em São Paulo a partir de 1579, pais de:
10º- Manuel Rufino de Arantes,
item 3.2, pai de:
11º- Joaquim Carvalho de Arantes,
pai de:
12º- Ana Margarida,
neta do 1o Barão de Cajurú,
c.c. João Antônio de Avellar e Almeida e Silva,
irmão da 1ª Baronesa do Rio das Flores, eram
netos de Manoel de Avellar e Almeida,
Vassouras, Rio de Janeiro, tronco da família
Avellar e Almeida com origem em Theodoredo,
4º Rei Visigodo em 419 d.C. No 2º Reinado do
Brasil houve os seguintes 7 titulares Avellar e
Almeida: Barão de Avellar e Almeida, Barão do
Ribeirão, Barão e Visconde de Cananéia, Barão de
Massambará, Baronesa de Werneck, 1ª Baronesa do
Rio das Flores, 2º Barão do Rio das Flores. A
família Avellar e Almeida tem um estudo
publicado na ”Edição Comemorativa do
Cinqüentenário do Instituto Genealógico
Brasileiro” Imprensa do Estado S/A, IMESP,
São Paulo, 1992, página 313 e no “Dicionário
das Famílias Brasileiras ” de Antonio Henrique
da Cunha Bueno, Brasília, 2000.
13º - Bernardina,
nascida em 1869, c.c. Joaquim Rodrigues d'
Almeida, filho de Albino Rodrigues d' Almeida
que era primo de Joaquim de Almeida Ramos, Barão
de Almeida Ramos, e era neto de José Rodrigues d'Almeida, Viseu, Portugal, século XVIII, pais
de:
14º - Anna,
nascida em 1907, c.c. Aníbal de Barros
Fernandes, filho de João Antonio Fernandes e Ana
Joaquina de Barros, neto de Antonio José
Fernandes e Ana Joaquina Adão, neto, por parte
de mãe, de André Gonçalves e Maria Francisca de
Barros, irmã do Dr. Adriano Júlio de Barros,
médico, presidente da Câmara Municipal de
Campinas, no século XIX, pais de:
15º- Anibal de Almeida Fernandes,
nascido em 1944, c.c. Maria José Giordano Del
Grande, pais
de:
16º - Ana Tereza Del Grande Arantes de Almeida
Fernandes,
nascida em 1977, 15º geração, após
João de Arantes, seu 14º avô, numa linhagem
contínua de 517 anos com 34,4 anos, em média,
por geração, do Século XV (1460) até o Século XX
(1977).
Fontes:
Nantes ou Arantes ou D’Anantes, que hoje He
Arantes,
Eduardo de
Arantes e Oliveira, Portugal.
A Família Arantes,
Américo Arantes Pereira, Legis Summa Ltda,
Ribeirão Preto, 1993.
Titulares do Império,
Carlos Rheinganntz, Arquivo Nacional, Rio de
Janeiro, 1960.
Notas para a História da Vila de Pati do Alferes
Frei Aurélio Stulzer, Rio de Janeiro, 1944.
História da Casa de Bragança
http~ip200650/bragança.html
As Ilhoas
José Guimarães, Revista Genealógica Latina, Vol.
XII, SP, 1960.
José Guimarães, dados fornecidos.
Mário Arantes de Almeida, dados fornecidos.
Todas as Publicações do Instituto Genealógico
Brasileiro – IGB -.
ENVIADO PARA CUNHA BUENO/CARLOS BARATA = ABRIL
2005.
Informações de Anibal de Almeida Fernandes, 5o neto do
Alferes Manuel Coelho de Avellar.
AVELLAR e ALMEIDA,
Importante
família
de abastados proprietários rurais, fazendeiros
de café, oriundos da Ilha das Flores, bispado de
Angra do
Heroísmo, nos Açores, estabelecidos
na região centro-sul fluminense (Vale do
Paraíba), do Estado do Rio de Janeiro. Teve
princípio no
Alferes
Manuel Coelho de Avelar [c.1742,
Freg. de S. Pedro da
Ponta Delgada, da Ilha das Flores], que deixou
geração
do seu cas. com Maria Rosa de Almeida, natural
da mesma
freguesia - por onde ocorreu a união dos dois sobrenomes.
Entre os descendentes daquele
patriarca português, destacamos: I - o
filho,
Manuel de Avelar e Almeida [*
c.1767, Freg. S. Pedro da
Ponta
Delgada, da Ilha das Flores, Açores -
+
27.04.1848], que passou para o Brasil,
estabelecendo-se na região centro-sul do Estado
do Rio de Janeiro.
Conforme seu Inventário, feito a 7/6/1848, e
registrado no Cartório José Maria da Costa,
Vassouras,
deixou uma
prole
de 10 filhos, do seu cas., c.1792, com
sua prima
Suzana Maria de Jesus [*
c.1769, Freg. S. Pedro da
Ponta
Delgada, da Ilha das Flores, Açores -
+
23.06.1839],
filha
de Manuel Henriques e de Maria Coelho; II - o
neto,
Marcelino José de Avellar, filho do anterior.
Proprietário da fazenda da Paraíba (depois
Concórdia), com 1.000 braças de testada sobre o
rio Paraíba, cas.
com Francisca de Paula Correia e Castro filha do
Barão de Campo Belo; III - o
neto,
José de Avellar e Almeida,
barão do Ribeirão,
irmão do anterior, que vai denominado adiante; IV - a
bisneta,
Francisca de Paula Avelar [c.1830-], que, por
seu
casamento,
tornou-se a matriarca da
família
Avelar Brandão (v.s.), a mesma região; V - a
bisneta,
Carolina de Avelar e Almeida, que, por seu
casamento,
tornou-se a matriarca da
família
Avelar Fernandes (v.s.), da mesma região; VI - o
bisneto,
Visconde
de Cananéia, que vai denominado adiante; VII - o
bisneto,
barão de Massambará, que vai denominado adiante;
VIII - o
bisneto,
José de Avelar e Almeida Júnior, nat. de
Vassouras, proprietário da fazenda de Mato
Dentro, IX – a
neta Ana Maria c.c. Bernardino José
da Costa, X - a neta Inácia Maria
c.c. Manoel Inácio de Azevedo, XI – a neta
Mariana Rosa c.c Antonio Inácio Botelho, XII
– a neta Luisa Maria, 1o
c.c. Antonio José da Silva com prole de 2
filhos: Maria Salomé, c.c. seu primo José Vieira
Machado da Cunha, 1o Barão do Rio das
Flores e de João Antonio c.c. Ana Margarida
Carvalho de Arantes neta de João Gualberto de
Carvalho e de Ana Inácia Ribeiro do Valle, 1os
Barões de Cajurú; Luisa Maria, 2o
c.c. Anastácio José Gonçalves Figueira com prole
de 5 filhos, XIII - a neta Rita
Maria c.c. José Maria Lisboa, XIV – a neta
Maria Rosa c.c. seu tio Eleutério Rodrigues
Barbosa, XV – a neta Isabel Maria c.c. José
Pedro Teixeira Coelho, XVI – a neta
Francisca Maria c.c. seu tio Francisco Rodrigues
Barbosa.
Nobreza
Titular:
I - José de Avelar e Almeida [- 26.03.1874,
Vassouras, RJ], citado acima. Foi agraciado, por
Dec. de 22 de Junho de 1867, com o título de
barão de Ribeirão. Fazendeiro na província do Rio de
Janeiro. Deixou
prole de 13 filhos, do seu cas. com Ana
Barbosa de Sá [- 12.08.1868, Vassouras, RJ],
baronesa
de Ribeirão, irmã do 1o
Barão de Santa Justa,
da importante
família
Rodrigues Barbosa (v.s.), da região centro-sul
fluminense do Estado do Rio de Janeiro; II -
Bernardino Rodrigues de Avelar [bat. 13.10.1823,
Vassouras, RJ - 11.04.1896, Vassouras, RJ],
citado acima, Foi agraciado, sucessivamente, com
os títulos de
barão
de Cananéia [Dec. 15.10.1868], elevado a
Visconde
de Cananéia [Dec. 18.09.1886]. Deixou
prole de 4 filhos
de seu 1o casamento, com sua
prima,
Carlota Elisa
de Avelar, natural de Vassouras,
filha de Marcelino José de Avelar, da fazenda da Paraíba,
acima denominado;
viscondessa
de Cananéia;
ao ficar viúvo o Visconde
se casou novamente tendo uma filha única, Maria
Virgília, que se casou com Carlos França
Carvalho neto de Vicente de Souza Queiros, barão
de Limeira,; III - Marcelino de Avelar e
Almeida [1822 - 31.08.1898, Rio, RJ], citado
acima. Foi agraciado com o título [Dec.
04.09.1867] de
barão
de Massambará. Foi casado duas vezes: a
primeira, com sua
prima Ana Rita de Avellar [- 05.06.1868], 1ª
baronesa
de Massambará,
filha
de seu
tio
Marcelino José de Avelar, da fazenda da Paraíba,
acima denominado; e a segunda, com Maria Luiza
de Azevedo Carvalho [c.1843 - 21.10.1912, Rio,
RJ], 2ª
baronesa de Massambará; filha de Carlos
Antonio de Carvalho
e IV - Laurindo de Avelar e Almeida
[05.12.1849, Vassouras, RJ - 25.11.1902, Rio,
RJ], citado acima. Foi agraciado a 07.01.1881,
com o título de
barão
de Avelar e Almeida. Fazendeiro de café na
província do Rio de Janeiro. Teve
mercê da Carta de Brasão de
Armas.
Foi casado três vezes: em primeiras
núpcias,
com sua
sobrinha,
Maria José de Avelar,
filha
do citado fazendeiro José de Avelar e Almeida
Júnior; em segundas
núpcias,
com outra
sobrinha,
Laurinda de Avelar Werneck [bat. 25.12.1851,
Vassouras, RJ -],
filha de Inácio José de Souza Werneck e de Bernardina de
Avelar e Almeida - da importante
família Werneck (v.s.), da região centro-sul fluminense do Estado do Rio
de Janeiro, e, em terceiras
núpcias, a 02.06.1880, no Rio, RJ, com Maria Ursulina
Peçanha da
Silva [21.10.1846, Rio, RJ - 16.12.1942,
Vassouras, RJ],
baronesa
de Avelar e Almeida (ver este título).
Heráldica: O citado
barão de Avelar e Almeida requereu
armas
a 17.01.1881, que lhe foram passadas a
22.01.1881, a saber: um
escudo em
campo de
ouro,
uma
banda
de vermelho carregada de três estrelas de
prata,
acompanhada, à destra, de um
cafeeiro de
verde frutado de vermelho, e, à destra, de uma
abelha de verde. Divisa: Virtude et Honore.
Coronel
de
barão
(Registrada no Livro II, a fls. 9/11, sob o n.º
3).
►Manoel e Susana de Avellar e Almeida,
(Casal Tronco) conforme o Inventário
feito em Vassouras a 7/6/1848, tendo por
Inventariante o Barão do Ribeirão e cuja
cópia foi
obtida no Tabelião José Maria da Costa
de Vassouras, tiveram 10 filhos,
segue a descendência da 6a filha:
►1.6)
Luisa Maria
de Jesus, 1o c.c.
Antonio José da Silva, Membro da Câmara de
Valença de 1826 a 1829, são
meus trisavós,
tiveram 2 filhos:
2.1) Maria
Salomé, c.c. seu primo, José Vieira
Machado da Cunha, 1o Barão do
Rio das Flores (1867), tio do Barão
d’Aliança. Tiveram vários filhos, entre eles
o 2o Barão do Rio das Flores,
Mizael Vieira Machado da Cunha, c.c. Aurora
Ottoni, (1858-1922), filha de Teófilo
Ottoni.
►2.2
)
João Antonio, c.c. Ana Margarida
de Arantes, neta paterna de Manoel Rufino
de Arantes, bisneta do Capitão-Mor
Antonio de Arantes Marques e sua mulher Ana da
Cunha Carvalho que é 5a
neta de Baltazar de Moraes de Antas,
que veio para o Brasil em 1556, Juiz em São
Paulo de Piratininga em 1579, fidalgo português
com Carta de Nobreza reconhecida oficialmente a
11/9/1579 (Sanches de Baena: Arquivo
Heráldico e Genealógico). Ana Margarida
é 10a neta de João de
Arantes (n. cerca de 1460), Fidalgo
Cavaleiro, Morador da Casa Real, Senhor da
Quinta de Romay, é o 1o Arantes
registrado na história de Portugal ao ser
nomeado, a 2/1/1488, Condestável
d’El Rei D. João II, 13o Rei
português, que fixou a autoridade da Casa Real
sobre a nobreza; neta materna de
João Gualberto de Carvalho e Ana Inácia Ribeiro
do Valle, 1os Barões de Cajurú a
30/6/1860, (meus tetravós), é
sobrinha do 2o Barão de Cajurú, do
Barão de São João d’El Rei e do Visconde de
Arantes, é sobrinha neta do 1o Barão
de Cabo Verde, é prima irmã do 2o
Barão do Rio das Flores. João Antonio e
Ana Margarida são
meus bisavós, pais de:
►3.2:
Bernardina
(1869-1936), a 30/1/1889 c.c. Joaquim
Rodrigues d’Almeida (1866-1937)
filho de Albino
Rodrigues d’Almeida c.c. Antonia Maria da
Conceição, neto de José
Rodrigues d’Almeida c.c. Maria do
Carmo, de Viseu, Portugal. Joaquim é primo 2o
de
Joaquim d’Almeida Barão
de Almeida Ramos. Vieram para Araraquara,
SP, em 1890, para
a fazenda Baguary (600.000 pés de
café). Pais de 12 filhos: 4.1 Luisa; 4.2
Mário: em 1914,
interrompeu o Curso de
Engenharia em Liège, Bélgica, por causa da 1a
Guerra Mundial e se
formou em advocacia em São
Paulo pelo Largo de São Francisco. Vereador e
Prefeito de
Araraquara, SP, onde é
nome de rua; 4.3 Luis: médico pela Praia
Vermelha, é nome de rua
em Araraquara, 4.4
Maria; 4.5 Alzira; 4.6 Isaura; 4.7 Joaquim;
4.8 Ana que segue; 4.9
Esther; 4.10, José: médico
pela Praia Vermelha RJ; 4.11, Bernardino:
advogado, é
nome de rua em
Araraquara; 4.12 Orlando, advogado pelo
Largo de São Francisco, SP.
►4.8:
Ana
(1907-1987) em 1927 c.c. Anibal de Barros
Fernandes (1904-1973),
filho de João
Antonio Fernandes e Ana Joaquina de
Barros, neto por parte de pai de Antonio
José
Fernandes e Ana Joaquina Adão, Vila
Real, Portugal, neto por parte de mãe de
André
Gonçalves e Maria Francisca de Barros,
Campinas, São Paulo, que é irmã de Adriano Júlio
de Barros (n. 1868), médico e
presidente da Câmara Municipal de Campinas, no
séc. XIX.
O casal
teve 3 filhos: 5.1 Ana; 5.2 Rachel,
5.3 Anibal, que segue:
►5.3:
Anibal,
arquiteto (Mackenzie 1968), c.c. Maria José
Giordano Del Grande, filha de
José Del Grande, c.c. Thereza Spina
Giordano, neta por parte de pai de
Seraphim Del
Grande e Judite Del Carlo, Lucca,
Itália, neta por parte de mãe de Domingos
Giordano
(fundador da 1a Casa
Bancária de São Paulo), c.c. Carmela Spina,
bisneta de Vicente
Giordano c.c. Ângela Maria Barra
Falchi, filha do Cavagliere Francesco Antonio
Barra
(também pai de Nicolino Barra, Barão
Barra, nobreza italiana) de Torraca, Salerno,
Itália,
radicado em São Paulo no final do séc.
XIX em um imponente palacete que existe até hoje
(2004) no começo da Av. Liberdade
tendo no frontão a inscrição BCFA. Pais de:
►6.1:
Ana Tereza
Del Grande Arantes de Almeida Fernandes, (nasc.
1977), psicóloga.
1.6) Luisa
Maria, 2o c.c. Anastácio José
Gonçalves Figueira, tiveram 5 filhos:
2.3) Luisa, 2.4) Clementina c.c. seu tio Hilário
de Avellar e Almeida, 2.5) Anastácio, 2.6) Luís,
2.7) Anastácia.
Fontes:
Francisco Klörs Werneck, Primeiros Povoadores
de Vassouras.
Francisco Klörs
Werneck, História e Genealogia Fluminense.
Francisco Klörs
Werneck, Nobiliarquia Fluminense.
Ignácio Raposo,
História de Vassouras.
Greenhalg Faria
Braga, De Vassouras, Histórias, Fatos e
Gente.
Greenhalg Faria
Braga, Vassouras de Ontem.
Rudy Mattos da
Silva, Galeria Vassourense.
Carlos Rheingantz,
Titulares do Império.
IGB-Instituto
Genealógico Brasileiro: Anuário Genealógico
Brasileiro, Anos: I (pgs: 74, 84, 99,
106,
233, 318, 341,
347, II (pgs: 25, 58, 74), III (pgs:
158, 309, 323, 545), IV (pgs: 88, 95, 227
a 264, 277, 278), VI (pg: 15), VII
(pg: 183), e IX (pgs: 452, 464, 465,
469).
Informações de
José Carlos Braga de Avellar, trineto do
Visconde de Cananéia.
Anibal de Almeida Fernandes - Maio de 2005
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