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ANÍBAL DE ALMEIDA FERNANDES

 

 

 

 

RIBEIRÃO

Barão de RIBEIRÃO, a 22/6/1867, foi José de Avellar e Almeida. Era Tenente-Coronel da Guarda Nacional e Cavaleiro da Imperial Ordem da Rosa.

ADENDA

Colaboração de Anibal de Almeida Fernandes, sobrinho trineto do Barão do Ribeirão www.jbcultura.com.br

Barão do Ribeirão, José de Avellar e Almeida, nasceu em 1800, em Vassouras, RJ., onde faleceu a 26/3/1874. Filho de Manoel de Avellar e Almeida e de sua mulher Susana Maria de Jesus, radicados em Sacra Família do Tingá, Vassouras, RJ., no fim do século XVIII, que é o casal tronco da família Avellar e Almeida de Vassouras. Neto paterno de Manoel Coelho de Avellar e Maria Rosa de Almeida, naturais e batizados na Freguesia de São Pedro da Ponta Delgada da Ilha das Flores, Angra do Heroísmo, Açores. Seu belíssimo palacete na praça de Vassouras é considerado a mais requintada construção neoclássica de Vassouras. Este palacete passou por herança a seu filho, o Barão e, depois, Visconde de Cananéia, que hospedou, em 1876, a Princesa Imperial e o Conde d’Eu. Em 1895 foi transformado no Fórum da cidade. Era fazendeiro de café e dono das fazendas: Cachoeira com 350 alqueires, Mato Dentro, Ribeirão Alegre e Retiro. O Barão casou-se com Ana Barbosa de Sá, filha de Francisco Rodrigues Alves a quem foi concedida a sesmaria de Vassouras e Rio Bonito, a 12/10/1872, que era irmã do 1o Barão de Santa Justa (1866). Era tia do 2o Barão de Santa Justa (1876), do 3o Barão de Santa Justa (1886), e tia da Baronesa de Santa Fé, Baronesa de Meneses e da Viscondessa de Ibituruna. Tiveram 13 filhos: 1o) Marcelino, Barão de Massambará (1867), 2o) Bernardino, Visconde de Cananéia (1886), 3o) Hilário, 4o) Inácio, 5o) Laurindo, Barão de Avellar e Almeida (1881), 6o) Bernardina, 7o) Maria José, 8o) Porcina, 9o) Ana, 10o) José, 11o) Laurinda, 12o) Maria do Nascimento c.c. José Quirino da Rocha Werneck, Barão de Werneck (1882), 13o) Carolina.

 BRASÃO DE ARMAS

Escudo partido em pala: na primeira de prata. três faixas de vermelho, carregada cada uma de três besantes de ouro e na Segunda uma cruz de góles, florida. C

 

Fontes: Anuário Genealógico Brasileiro Ano: I, II, III, IV, VI, VII e IX.

             Primeiros Povoadores de Vassouras, e carta de 15/1/1986, de Francisco Klors Werneck.

             Galeria Vassourense, Rudy Mattos, 1999.

 

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