FUNDADO EM 1977 - DIRETOR GERAL: CLAUDIO FORTES

 

ANÍBAL DE ALMEIDA FERNANDES

 

 

FAMÍLIA AVELLAR e ALMEIDA

SUA DESCENDÊNCIA BRASILEIRA e sua ASCENDÊNCIA EUROPÉIA

 

BRASÃO da FAMÍLIA AVELLAR e ALMEIDA

Carta de Brasão, registrada no Livro II, fls. 9/11, do Cartório de Nobreza e Fidalguia do Império do Brasil concedida a 22/11/1881 ao

BARÃO de AVELLAR e ALMEIDA Decreto de 7/1/1881

FAMÍLIA AVELLAR e ALMEIDA e sua DESCENDÊNCIA BRASILEIRA e sua ASCENDÊNCIA EUROPÉIA

Casal Tronco: Manoel de Avellar e Almeida e Susana Maria de Jesus

Orientação numérica: 1 é o Patriarca, 2 é filho, 3 é neto, 4 é 2o neto, 5 é 3o neto, 6 é 4o neto, 7 é 5o neto, 8 é 6o neto, 9 é 7º neto, 10 é 8º neto, etc.

Sacra Família do Tingá/Vassouras, Rio de Janeiro, século XVIII.

Autor: Anibal de Almeida Fernandes, 4o neto de Manoel de Avellar e Almeida, Março, 2008.

1) Manoel de Avellar e Almeida, o Patriarca, nasc. cerca de 1767 e fal. 27/4/1848, filho do Alferes Manoel Coelho de Avellar e de Maria Rosa de Almeida, casou-se cerca de 1792, com sua prima Susana Maria de Jesus, nasc. cerca de 1769 e fal. 23/6/1839, filha de Manoel Henriques e de Maria Coelho, todos eles naturais e batizados na Freguesia de São Pedro da Ponta Delgada da Ilha das Flores, Bispado de Angra de Heroísmo, Açores, Portugal Insular.

O casal Manoel e Susana de Avellar e Almeida, veio para o Brasil, no século XVIII, a chamado de Francisco Rodrigues Alves, fal. 31/7/1846, filho de Antonio Rodrigues Alves e de Maria Coelho (que provavelmente deve ser parente de Manoel Coelho de Avellar), que eram da mesma Freguesia de São Pedro da Ponta Delgada, Francisco era casado com Antonia Barbosa de Sá e radicado no Brasil, era dono da sesmaria denominada de Vassouras e Rio Bonito, que recebera por concessão real, a 6/10/1782, junto com Luís Homem de Azevedo. Eles foram, com certeza, os primeiros povoadores de Vassouras como informa o Dicionário Geográfico de A. Moreira Pinto.

DESCENDÊNCIA BRASILEIRA de MANOEL de AVELLAR e ALMEIDA

1) Manoel de Avellar e Almeida, é o Patriarca da família Avellar e Almeida meu avô) conforme o Inventário feito em Vassouras a 7/6/1848, tendo por Inventariante o Barão do Ribeirão e cuja cópia foi obtida no Tabelião José Maria da Costa de Vassouras, em Vassouras em 1977, teve 10 filhos[1]:

2.1 José de Avellar e Almeida, fal. 26/7/1873, data conforme a lápide existente no Cemitério de Vassouras, Barão do Ribeirão a 22/6/1867, c.c. Ana Barbosa de Sá, fal. 12/8/1868, filha de Francisco Rodrigues Alves, (dono da sesmaria de Vassouras, retro-citado), que é irmã do 1o Barão de Santa Justa, e tia do 2o e 3o Barão de Santa Justa, da Baronesa de Meneses, da Viscondessa de Ibituruna e da Baronesa de Santa .

Brasão do Barão do Ribeirão,

título ad personam.

José e Ana tiveram 13 filhos:

  3.1) Marcelino, Barão de Massambará (em 1867), 1o c.c. Ana Rita, filha do seu tio Marcelino José, pais de: 4.1) Francisca de Paula; e 2o c.c. Maria Luisa de Azevedo Carvalho.

  3.2) Bernardino, Barão de Cananéia (em 1868) e Visconde de Cananéia (em 1886), c.c. Carlota Elisa, filha do seu tio Marcelino José, tiveram 4 filhos: 4.1) Alfredo Carlos (que segue), 4.2) Orminda, 4.3) Virgílio, 4.4) Carlos. O Visconde casou-se pela 2a vez e teve a filha única, 4.5) Maria Virgília c.c. Carlos França Carvalho, neto de Vicente de Souza Queiros, Barão de Limeira a 1/2/1867.

   4.1 Alfredo Carlos, c.c. Constança Furquim Werneck de Almeida, neta do 2o Barão de Paty d’Alferes, sobrinha do Barão de Capivari, pais de:

     5 1 José Carlos Werneck de Almeida Avellar, c.c. Elza Marques de Souza, pais de 4 filhos:

      6.1) Helena, 6.2) Lúcia, 6.3) José Carlos (n. 1925), c.c. Taylor Maria Braga, pais de:

        7.1 Maria Angélica Braga de Avellar Silva.

        7.2 Maria de Fátima Braga de Avellar Bolze.

        7.3 José Carlos Braga de Avellar, c.c. Maria Beatriz Ferreira.

      6.4 Luis Carlos.

  3.3) Hilário, fal. 8/12/1876, 1o c.c. Maria Eugenia, sua prima pais de: 4.1 Carlota, 4.2 Camila, 4.3 Orminda, e 2o c.c. Clementina, sua prima e filha do 2o casamento de sua tia Luisa Maria, (minha trisavó) com Anastácio José Gonçalves Figueira.

  3.4) Inácio, nas. 23/5/1845, 1o c.c. Cândida Werneck, filha da sua irmã Bernardina de Avellar Werneck pais de 4.1) Ana Cândida, e 2o c.c. Mariana, sua prima, filha dos Barões de Santa .

  3.5) Laurindo, (1849-1902), Barão de Avellar e Almeida (em 1881), 1o c.c. Laurinda filha de sua irmã Bernardina de Avellar Werneck, pais de 4.1) Laurinda, 2o c.c. Maria José, filha do seu irmão José Jr. (ver pg. 3 item 3.10) pais de 4.2) América, 3o c.c. Maria Ursulina Peçanha, pais de: 4.3) Elvira, 4.4) Raul, 4.5) José, 4.6) Maria da Glória e 4.7) Alice.

Atenção: Barão de Avellar e Almeida foi um título concedido pelo Imperador ad personam sul cognome isto é, dado a uma pessoa específica e apoiado sobre o nome da família do titulado. Esta forma é usada quando o Imperador deseja prestar homenagem também à família, dignificando-lhe o nome. O Brasão, que está no início do texto, foi requerido a 17/1/1881, foi concedido e passado por Carta de Brasão a 22/11/1881, e está registrado no Cartório da Nobreza e Fidalguia do Império do Brasil, Livro II, folhas 9/11. Todos os 1.211 títulos registrados nos 2 Reinados do Império foram concedidos ad personam uma vez que a nobreza brasileira não era hereditária e houve registro de 238 Brasões dos quais, apenas 5 Brasões contém o cafeeiro em suas armas como é o caso do Brasão da Família Avellar e Almeida. Após a morte do titular é reconhecido e aceito pelo Direito Nobiliário moderno o uso do Brasão de Armas pela família do titular de título sul cognome, porém o título pertence ao Patrimônio Heráldico da Coroa e não pode ser usado por descendente.

  3.6) Bernardina, (1825-1923), c.c. José Inácio de Souza Werneck que é irmão do 2o Barão de Ypiabas e da 2a Viscondessa de Queluz e é sobrinho do 1o Barão e Visconde de Ypiabas e do Barão de Potengy. Tem 4 filhos: 4.1) Cândida, 4.2) Laurinda, 4.3) José, 4.4) Inácio c.c. Delmira Caminhoá, pais de: 5.1) Olga Werneck, c.c. Maurício Paiva de Lacerda, Prefeito de Vassouras (filho de Sebastião Lacerda c.c. Maria da Gloria Avellar Barbosa dos Santos Paiva), pais de 3 filhos:

     6.1 Carlos Frederico Werneck de Lacerda, Governador do Rio de Janeiro, c.c. Letícia Abruzzini, pais de: 7.1) Sérgio, 7.2) Sebastião e 7.3) Cristina.

     6.2 Maurício, separado de Gilda Araújo, pais de: 7.1) Gabriel c.c. Maria Alice de Paiva, pais de: 8.1) Miguel de Paiva Lacerda.

     6.3 Vera, f., c.c. Odilon Paiva, f. (filho de Júlio Paiva), pais de: 7.1) Cláudio, f., jornalista e 7.2) Vera.

  3.7) Maria José, f. 1883, c.c. Marcelino José de Avellar, seu primo.

  3.8) Porcina, b. 1838, c.c. José de Paiva Magalhães Calvet, (viúvo).

  3.9) Ana, f. 1879, c.c. Augusto de Paiva Magalhães Calvet.

  3.10) José Jr., c.c. Maria Cândida Botelho. 3 filhos:

4.1) José,

4.2) Maria José, 2ª mulher do Barão de Avellar e Almeida, (seu tio), pais de América c.c. Manoel de Mello Affonso pais de 12 filhos: 5.1) Otávio, 5.2) Manoel, 5.3) Maria José, 5.4) José, 5.5) Dalila, 5.6) Horácio, 5.7) Judith, 5.8) Olga, 5.9) Alberto c.c. Maria Leopoldina Gomes Ramos pais de 2 filhos: 6.1) Antonio Carlos, divorciado de Eliana Uchoa pais de: 7.1) Joana e 7.2) Gustavo e 6.2) Carlos Alberto, c.c. Ana Lucia Amaral pais de: 7.1) Ana Catarina e 7.2) Ana Letícia, 5.10) América, 5.11) Alice gêmea, 5.12) Eunice gêmea.

4.3) Edmundo.

  3.11) Laurinda Francisca, em 1857 c.c. Antonio José Barbosa de Andrade, filho do Barão de Piabanha, (n. 1796) e primo 2º do Duque de Caxias. Pais de: 4.1) Amélia. O Barão de Piabanha é irmão de Mariana de Andrade avó de Luis Alves de Lima e Silva, Duque de Caxias a 23/3/1869.

  3.12) Maria, 1a mulher do Barão de Werneck, José Quirino da Rocha Werneck., irmão do 2o Barão de Palmeiras e neto do 1o Barão de Palmeiras. Pais de 3 filhos: 4.1) Maria Alcina, (c.c. Francisco Campelo, pais de 4 filhos: 5.1) Arnaldo, 5.2) Heloisa, 5.3) Virgínio, 5.4) Anibal), 4.2) Anita e 4.3) Elvira.

  3.13) Carolina, fal. 16/9/1863, c.c. Antonio José Fernandes, (viúvo). Pais de:

   4.1 José (1865-1900), c.c. Maria Leite Pinto, pais de,

    5.1 José de Avellar Fernandes (n. 1892, f. 1981), é o genealogista citado na 2a parte do trabalho que fez a pesquisa sobre os ancestrais de Manoel de Avellar e Almeida, c.c. Elza Monteiro de Barros Pereira de Almeida, neta do Barão Monteiro de Barros.

2.2) Marcelino José de Avellar e Almeida, c.c. Francisca de Paula Correia e Castro, filha do Barão de Campo Belo. (Francisca era irmã da mãe de Eufrásia Teixeira Leite que fal. solteira em 1930 e doou sua imensa fortuna e a Casa da Hera para Vassouras, RJ). Tiveram 7 filhos:

  3.1) Ana Rita, c.c. Marcelino de Avellar e Almeida, Barão de Massambará, seu primo.

  3.2) Carlota Elisa, c.c. Bernardino de Avellar e Almeida, Visconde de Cananéia, seu primo.

  3.3) Maria, 3.4) Martiniana, 3.5) Camilo, 3.6) Mariana, 3.7) Joana.

2.3) Ana Maria de Jesus, c.c. Bernardino José da Costa.

2.4) Inácia Maria de Jesus, c.c. Manoel Inácio de Azevedo.

2.5) Mariana Rosa de Jesus, c.c. Antonio Inácio Botelho.

2.6) Luisa Maria de Jesus, 1o c.c. Antonio José da Silva, membro da Câmara Municipal de Valença pela Freguesia de N. Sra. da Glória, logo após a Criação da Vila de Valença a 10/11/1826 (História de Valença, Luís Damasceno Ferreira, 1925, pg. 79), falecido cerca de 1836, são meus 3os avós, (Livro de Batismos número 5, 1867-1871, da Catedral de Vassouras: no assento da transcrição do registro do batismo que foi realizado a 24/2/1849 de Luisa, que é a 1a filha do 1o Barão do Rio das Flores e Maria Salomé, estão registrados como avós maternos, Luisa Maria de Jesus e Antonio José da Silva, Neste mesmo livro de Batismos Luisa Maria de Jesus e Antonio José da Silva, aparecem registrados como avós maternos nos assentos das transcrições dos registros de batismo destes outros filhos do 1o Barão do Rio das Flores e Maria Salomé: Mizael (2o Barão do Rio das Flores), Manoel e Antonio, todos transcritos neste Livro de Batismos número 5, 1867-1871, da Catedral de Vassouras), tiveram 2 filhos: Maria Salomé e João Antonio (meu bisavô):

  3.1) Maria Salomé, c.c. José Vieira Machado da Cunha, 1o Barão do Rio das Flores (1867), tio do Barão d’Aliança. Tiveram 13 filhos: 4.1) Luisa, (nome em homenagem à avó materna Luisa Maria), 4.2) José,

   4.3) Mizael, 2o Barão do Rio das Flores, a 14/8/1889, c.c. Aurora Ottoni, (n. 1858, f. 1922, filha de Teófilo Ottoni), estão enterrados em Rio das Flores, RJ, pais de vários filhos, entre eles:

    5.1) Manoel c.c. Maria do Rosário Azevedo, pais de:

        6.1) Luís Carlos Azevedo Vieira, f. 1994, c.c. Nancy Meireles Junqueira pais de:

            7.1) Paulina, c.c Guilherme Penteado Morais, pais de: 8.1) Artur, 8.2) Joaquim.

            7.2) Luciana, c.c. Marcos Pereira de Almeida, pais de 8.1) Tomás.

        6.2) Sarita c.c. Luiz Galvão de França, pais de:

            7.1) Caio, s.

            7.2) Carla, c.c. Ricardo Brito, pais de: 8.1) André, 8.2) Thiago, 8.3) Bruno.

    5.2) Mizael Ottoni Vieira c.c. Ana Cerqueira Lima, bisneta do Visconde de Barbacena, 5.3) Virginia, n. 1/4/1905, c.c. Antonio Wanderley de Araújo, neto do Barão de Cotegipe.

   4.4) Manuel, 4.5) João, 4.6) Antonio, 4.7) Honório, 4.8) Lindolfo, 4.9) Maria, 4.10) Escolástica, 4.11) Ana, 4.12) Cecília c.c. João Luiz e 4.13) Carolina que segue:

   4.13) Carolina c.c. seu primo Antonio Vieira da Cunha e Silva, pais de:

    5.1) Maria Salomé c.c. Francisco Castilho de Mattos pais de 4 filhos:

      6.1) Aidil, 6.2) Marli,

      6.3) Lea c.c. João Batista Pedro Lodi, pais de 4 filhos:

        7.1) José Carlos, 7.2) Vitor Luiz, 7.3) Eliane.

        7.4 Aidil no 1º casamento teve 3 filhos:

            8.1) Alexandre c.c. Juliana Cerdá Mendes pais de: Leticia Lodi de Oliveira.

            8.2) Marcelo e 8.3) Fernando.

        7.4 Aidil, 2º c.c. Cid Pacheco, sem geração.

     6.4) Ieda c.c. Osmar de Almeida, pais de 3 filhos:

        7.1) Lucymara, 7.2) Cláudio, 7.3) Marli.

  ►3.2) João Antonio, c.c. Ana Margarida de Arantes, neta paterna de Manoel Rufino de Arantes, bisneta do Capitão-Mor Antonio de Arantes Marques e sua mulher Ana da Cunha Carvalho que é 5a neta de Baltazar de Moraes de Antas, que veio para o Brasil em 1556, Juiz em São Paulo de Piratininga em 1579, fidalgo português com Carta de Nobreza reconhecida oficialmente a 11/9/1579