1O)
As 5
famílias
mais
antigas
que
se constituíam na
mais
alta
nobreza portucalense,
aparecem nomeadas na
história
portuguesa a
partir
do
século
XI
(900-1000)
são
elas,
os
filhos
d´algo
(fidalgo),
conforme
o
Livro
Velho
de
Linhagens
(1270-1280):
Bragança,
Sousa e os
senhores:
da
Maia,
de
Baião
e de
Riba
Douro.
2o)
9
famílias
mais
recentes,
aparecem nomeadas a
partir
do
fim
do
século
XI,
são:
1o
grupo de 6
famílias: Silva,
Fafes, Lanhoso, Penagate,
Várzea e
Velho
2o
grupo
de 3
famílias:
Barbosa,
Palmeira
e Soverosa.
Resumo:
temos 14
famílias
relacionadas
entre
as
mais
antigas de Portugal.
Fonte:
Ricos-Homens, Infanções e
Cavaleiros,
José
Matoso, Guimarães
Editores,
2a
Edição
Lisboa, 1985, pgs: 45 e 46.
AS 72
FAMÍLIAS
MAIS
IMPORTANTES
de PORTUGAL no
SÉCULO
XVI
QUE
TEM OS
BRASÕES
NO
PAÇO
REAL
DE SINTRA:
Sala
dos
Brasões
D. Manuel
I,
o
Venturoso,
(*1469-+1521), 14o
Rei
de Portugal de 1495 a 1521, fez
reunir
todos
os
brasões
e
insígnias
existentes no
reino
para
organizar
e
normatizar
o
uso
de
armas
e da
concessão
de
brasões.
Este
material
foi reunido
em
um
livro
e escolhidos os 72
brasões
das 72
famílias
principais
da
alta
nobreza de Portugal,
famílias
essas, escolhidas
por
serem consideradas
ilustres
em
honra,
história
e
bens.
Estes
72
brasões
foram
pintados
no
teto
da
Sala
dos
Brasões
do
Paço
Real
de Sintra,
e
são:
Aboim, Abreu,
Aguiar,
Albergaria,
Albuquerque, Almada,
Almeida,
Andrade,
Arca,
Ataíde, Castro, Castro (da
Penha
Verde),
Cerveira,
Coelho,
Corte-Real,
Costa,
Coutinho,
Cunha,
Eça, Faria, Febos-Monis,
Ferreira,
Gama,
Góios,
Góis,
Gouveia, Henriques, Lemos,
Lima,
Meneses, Miranda,
Mota,
Moura,
Nogueira,
Noronha, Pacheco,
Pereira,
Pessanha,
Pestana,
Pimentel,
Pinto,
Queiróz,
Ribeiro,
Sá, Sampaio, Sequeira, Serpa, Silva, Sotomaior,
Azevedo, Barreto, Bethancourt, Borges, Brito,
Cabral,
Carvalho,
Castelo-Branco, Lobato,
Lobo,
Malafaia, Manuel, Mascarenhas, Meira, Melo,
Mendonça, Sousa, Tavares, Távora, Teixeira,
Valente,
Vasconcelos, Vieira.
No
alvorecer do séc.
XVI:
1) é interessante
notar
que das 14
famílias
mais antigas
só 2
famílias, Silva
e Sousa, resistiram
com
destaque/importância
à
passagem dos
séculos
com o
mesmo
valor e foram
registradas,
com
seu
brasão, no
século XVI
entre
as 72
famílias
da
fase de
ouro dos
descobrimentos do
Reino
de Portugal.
2)
em 1500 os
Bragança,
que eram a
família
mais
rica de Portugal,
Castela, Navarra e
Aragão, estavam numa
situação
melindrosa,
pois a 20/6/1483 D. Fernando, 3o
Duque de Bragança,
a
mando de D. João
II, o
Príncipe
Perfeito
(que
teria servido de
modelo
para O
PRÍNCIPE
de Maquiavel, foi 13o
Rei de
Portugal, 1481-1495 e
cujo
Condestável,
a
partir de 1488,
foi João de Arantes,
meu
13o
avô,
o 1o Arantes registrado na
história),
fora degolado
em Évora
sob a
acusação de
alta
traição
por
conspirar
junto a
Castela. Os
Bragança fugiram
para
Castela
para a
proteção da
rainha Isabel
que educou o
herdeiro
com 4
anos, D. Jaime, 4o
Duque de Bragança,
que
só voltou a
Portugal
em 1497
com a
anistia de D. Manoel I
que,
em 1500, restitui
as
mercês da
Casa de Bragança
que
futuramente, a
1/12/1640, sobe ao
trono
português se constituindo na 3º
dinastia
Real portuguesa,
com o
Rei, D. João IV, 8o
Duque de Bragança,
na
restauração
pós
domínio
espanhol.
Fonte:
www.sebob.brturbo.com.genealogias/sintra/gn_sintra
e http://ip.pt/~ip200650/bragança.html
40
FAMÍLIAS
COM
DESTAQUE
em
PORTUGAL no
SÉCULO
XVII
QUE
APOIARAM A
RESTAURAÇÃO
dos BRAGANÇAS
em
PORTUGAL
em
1640
Entre
esses
40
fidalgos
portugueses
que
puseram no
trono,
D. João, 8o
Duque
de Bragança, a 1/12/1640,
que
passa
a
ser
D. João IV,
o
Restaurador,
21o
Rei
de Portugal, 1640-1656, estava Miguel de
Almeida,
Conde
de Abrantes
(de 1645
até
sua
morte
em
1656)
que
descende de João
Fernandes de Almeida, o
1o Almeida
a
ser
registrado na
história
em
1258. O
Brasão
de
Armas
dos Almeida
foi concedido a
1/3/1494.
Fonte:
Anuário
Genealógico
Brasileiro,
Vol. IX e
Nobiliário
de
Famílias
Portuguesas,
Manoel Felgueiras Gayo.
Anibal de Almeida Fernandes - Janeiro de
2008.