FUNDADO EM 1977 - DIRETOR GERAL: CLAUDIO FORTES

 

ANÍBAL DE ALMEIDA FERNANDES

   
 

 

Brasão do Barão de Avellar e Almeida registrado no Livro II, fls. 9/11, do Cartório de Nobreza e Fidalguia do Império do Brasil, concedido a 22/11/1881.

Glossário dos Titulares CARVALHO DUARTE, ARANTES, AVELLAR E ALMEIDA e RIBEIRO DO VALLE e a respectiva malha de parentesco com as datas de concessão dos títulos pelo critério da Antigüidade do título.

Pesquisado por Anibal de Almeida Fernandes, que pertence a essas 4 famílias: Janeiro de 2008.

►1º Barão de Cajurú a 30/6/1860, João Gualberto de Carvalho, (1797-1869), meu avô, em 1819 c.c. Ana Inácia Ribeiro do Valle (24/8/1804-11/1/1889) minha 4ª avó, São João d’El Rey e Andrelândia, fazenda das Bicas, MG.

►2º Barão de Cajurú a 20/7/1889: Militão Honório de Carvalho, meu tio-trisavô, filho do 1º Barão de Cajurú, c.c. sua prima-irmã Maria Cândida, filha do 1º Barão de Cabo Verde, meu tio tetravô.

Nota: cabe um comentário sobre estas 2 datas, 1848 título do 1º Barão de Alfenas e 1889 título do 2º Barão de Cajurú, Dores de Guaxupé, Ponte Nova e Christina, 41 anos após, elas demonstram que as famílias mais ligadas ao Imperador não acreditavam que a Monarquia estava para cair. No livro, Pedro II do Brasil, de Gloria Kaiser, fica muito claro que a Princesa Isabel teria lutado, e resistido com energia, para manter o Império se o pai a tivesse liberado para tal procedimento uma vez que, havia fortes aliados da Causa Monárquica no incipiente Brasil republicano. O "Jornal do Commercio" foi o maior jornal brasileiro no fim do Império e no início da República. No dia 16/11/1889, saiu com manchete dada por Aristides Lobo (grande jornalista e ministro da Justiça): "O povo não soube da República".

Barão de Alfenas a 11/10/1848: Gabriel Francisco Junqueira, é bisneto de minha 7º avó Antonia da Graça, (3 Ilhoas), c.c. Manoel Gonçalves da Fonseca.

Barão de Santa Justa a 30/11/1866: Jacinto Alves Barbosa, sua irmã, Ana Barbosa de Sá, é minha tia-trisavó pelo casamento com o Barão do Ribeirão, José de Avellar e Almeida, meu tio-trisavô, filho do meu avô Manoel de Avellar e Almeida, Patriarca da Família Avellar e Almeida, Vassouras, RJ.

Barão de Limeira a 1/2/1867: Vicente de Souza Queiros, seu neto Carlos França Carvalho é casado com Maria Virgília, filha do Visconde de Cananéia, bisneta de Manoel de Avellar e Almeida, meu avô.

Barão do Rio das Flores a 3/4/1867: José Vieira Machado da Cunha, é bisneto do meu avô Antonio da Cunha Carvalho. A mulher do 1º Barão, Maria Salomé é minha tia-bisavó, pois é irmã do meu bisavô materno, João Antonio de Avellar e Almeida e Silva.

Barão do Ribeirão a 22/6/1867: José de Avellar e Almeida, é filho do meu avô Manoel de Avellar e Almeida e é meu tio-trisavô.

Barão de Massambará a 4/9/1867: Marcelino Avellar e Almeida, é neto do meu avô Manoel de Avellar e Almeida.

Duque de Caxias a 23/3/1869: Luiz Alves de Lima e Silva, a avó do Duque é irmã do Barão de Piabanha, cujo filho Antonio José é c.c. Laurinda, filha do Barão do Ribeirão que é meu tio-trisavô materno.

Barão de Vassouras a 17/5/1871: José Teixeira Leite, sua sobrinha-bisneta Maria Leite Pinto é c.c. José de Avellar Fernandes, bisneto de Manoel de Avellar e Almeida, meu avô.

Baronesa de São João d’El Rey a 13/9/1871: Guilhermina, é filha do meu avô o 1º Barão de Cajurú e é minha tia-trisavó. É baronesa pelo marido, Eduardo Ernesto Pereira da Silva, Barão de São João d´El Rey.

Barão de São Tomé a 25/9/1872: Francisco Gonçalves Penha, é neto de meu avô, Caetano de Carvalho Duarte, Patriarca da Família Carvalho-Duarte, de São Miguel do Cajurú, MG.

Barão de Santa Justa a 28/6/1876: Francisco Alves Barbosa é contra-parente (filho do 1º Barão) sua tia Ana Barbosa de Sá é c.c. meu tio-trisavô o Barão do Ribeirão.

Barão do Pinhal a 19/7/1879: Antonio Carlos de Arruda Botelho, Visconde a 5/5/1883 e Conde a 7/5/1887. O Conde é tio-bisavô de Oswaldo, marido de minha tia Esther Arantes de Almeida.

Barão de Avellar e Almeida a 7/1/1881: Laurindo de Avellar e Almeida, é neto do meu avô, Manoel de Avellar e Almeida.

Barão de Cabo Verde a 15/6/1881: Antonio Belfort de Arantes, é neto do meu avô Capitão-Mor Antonio de Arantes Marques, Patriarca do Ramo Arantes-Aiuruoca, MG, séc XVIII e é meu tio-tetravô.

Barão de Almeida Ramos a 18/1/1882: Joaquim d’Almeida, é primo 2º do meu avô materno, Joaquim Rodrigues d´Almeida.

Barão d’Aliança a 29/3/1882: Manuel Vieira Machado da Cunha, é trineto do meu avô, Antonio da Cunha Carvalho, e é sobrinho de minha tia-bisavó, Maria Salomé 1ª Baronesa do Rio das Flores, neta do meu avô de Manoel de Avellar e Almeida.

Barão de Werneck a 24/8/1882: José Quirino da Rocha Werneck, sua mulher Maria, é neta do meu avô, Manoel de Avellar e Almeida.

Barão de Santa Justa a 10/4/1886: José Alves da Silveira Barbosa é contra-parente, (neto do 1º Barão), sua tia-avó Ana Barbosa de Sá é c.c. meu tio-trisavô o Barão do Ribeirão.

Barão do Rio das Flores a 14/8/1886: Mizael Vieira Machado da Cunha é bisneto do meu avô, Manoel de Avellar e Almeida.

Visconde de Cananéia a 18/9/1886: Bernardino Rodrigues Avellar, é neto do meu avô, Manoel de Avellar e Almeida.

Barão de Piumhi (Piüi) a 27/6/1888: João Marciano de Faria Pereira, é trineto do meu avô, Domingos de Arantes. (Tronco Arantes-Formiga).

Barão da Conceição da Barra a 11/7/1888: José Rezende de Carvalho, é bisneto do meu avô, Caetano de Carvalho Duarte, Patriarca da Família Carvalho-Duarte, de São Miguel do Cajurú.

Visconde de Arantes a 18/7/1888: Antonio Belfort Ribeiro de Arantes é bisneto do meu avô, Capitão-Mor Antonio de Arantes Marques e é meu tio-trisavô pela mulher que é filha do 1º Barão de Cajurú, meu avô. (Tronco Arantes-Aiuruoca).

Viscondessa de Santa Justa a 9/2/1889: Bernardina Alves Barbosa, viúva do 2º Barão de Santa Justa, (filho do 1º Barão) é contra parente. Santa Justa, é a única família que recebeu 4 títulos Imperiais mantendo o mesmo nome nos 67 anos do Império Brasileiro.

Barão Dores de Guaxupé a 3/8/1889: Manuel Joaquim Ribeiro do Valle, é neto do meu 7º avô Antonio Ribeiro do Valle (1713-1763), Patriarca da Família Ribeiro do Valle, São João d’El Rei.

Baronesa de Ponte Nova a 25/9/1889: Mariana Eleutéria, bisneta do meu 6º avô, Caetano de Carvalho Duarte, é baronesa pelo marido, José Joaquim de Andrade Reis, Barão de Ponte Nova.

Barão de Christina a 25/9/1889: Francisco Ribeiro Junqueira, é 4º neto de minha 7º avó Antonia da Graça, (3 Ilhoas), c.c. Manoel Gonçalves da Fonseca. Sua mulher, Laureana Gomes dos Reis, é tetraneta do meu 6º avô, Domingos de Arantes. (Tronco Arantes-Cunha).

Conde Ribeiro do Valle: Joaquim Augusto Ribeiro do Valle, Conde pela Santa Sé, é bisneto do meu 7º avô Antonio Ribeiro do Valle e é filho do Barão Dores de Guaxupé.

Conde Vicente de Azevedo em 1935: José Vicente de Azevedo, Conde Romano pela Santa Sé, é consogro de meu tio-bisavô, Adriano Júlio de Barros, Campinas, SP.

Atenção: Em ►AZUL são relacionados os 21 titulares que tem os avós comuns comigo que estão abaixo identificados:

1º) João Gualberto de Carvalho, (nascido 1797 falecido 21/12/1869), meu 4º avô, 1º Barão de Cajurú a 30/6/1860, Andrelândia, MG.

2º) Manoel de Avellar e Almeida (nascido cerca de 1767 e falecido 27/4/1848), meu 4º avô, Patriarca da Família Avellar e Almeida, Vassouras, RJ.

3º) Capitão-Mor Antonio de Arantes Marques (nascido a 17/7/1738 falecido a 17/5/1801), meu 5º avô, Patriarca do Tronco Arantes-Aiuruoca, MG.

4º) Domingos de Arantes (batizado 30/7/1693), meu 6º avô e Patriarca dos 3 Troncos dos Arantes Brasileiros: Formiga (MG), Aiuruoca (MG) e Cunha (RJ).

5º) Caetano de Carvalho Duarte (batizado 1702) meu 6º avô, Patriarca da Família Carvalho-Duarte, de São Miguel do Cajurú, MG.

6º) Antonio Ribeiro do Valle (nascido 1713, falecido 12/6/1763), meu 7º avô, Patriarca da Família Ribeiro do Valle, São João d’El Rei, MG.

7º) Antonia da Graça (3 Ilhoas), minha 7ª avó, c.c. Manoel Gonçalves da Fonseca, São João d´El Rei, MG.

Fontes pesquisadas para documentar este glossário:

Titulares do Império, Carlos Rheingantz. Anuário Genealógico Brasileiro, (IGB) Vols: I, II, III, IV, VI, VII e IX.

Família Junqueira, José Américo Junqueira de Mattos.

   
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