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Progênie de Anibal de Almeida Fernandes e uma solicitação
 

Entrar em minha coluna no site: www.jbcultura.com br

que está reformulado e tem alcance mundial com repercussão/procura no Brasil e na América Latina + Europa e USA.

Toda vez que você encontrar alguém que descenda de um dos 18 titulares abaixo discriminados que tem o meu sangue me comunique, pois eu quero acrescentar essa informação ao meu site, eu sou:

1) sobrinho bisneto do 1o Barão do Rio das Flores.

2) sobrinho trineto: Barões: 2o de Cajurú, do Ribeirão, São João d’El Rei.

                               Visconde: de Arantes

3) sobrinho tetraneto do 1o Barão de Cabo Verde.

4) tetraneto do 1o Barão de Cajurú.

5) primo: Barões: Werneck, Avellar e Almeida, Massambará, Dores de Guaxupé,

                              2o Barão do Rio das Flores, Ponte Nova, São Tomé,

                              Almeida Ramos Conceição da Barra

        Visconde: Cananéia.

        Conde: Ribeiro do Valle, pela Santa Sé, século XX.

Antes é preciso entender o seguinte:

Para a genealogia não importa se a pessoa descende do pai ou da mãe, o que importa é que tenha o sangue do ancestral que é citado, por exemplo:

Uma curiosidade histórica: alguns historiadores entendem como o que facilitou a independência dos EUA em 1776 foi o fato que o rei no trono inglês, na época, era um príncipe alemão da Casa Real de Hanover que por descender apenas por mãe do rei inglês que morrera sem nenhum descendente foi mandado para ser rei em Londres, sem falar inglês e odiado pela nobreza inglesa que, em represália, fez corpo mole nas lutas da independência americana. Só mudaram o nome alemão da família Saxe Coburgo Gotha para Windsor na 2a Guerra Mundial, pois o tio da atual rainha (o Duque de Windsor + Wallis Simpson) era tão escandalosamente pró Hitler que foi posto fora do trono a toque de caixa para garantir a monarquia e o irmão, pai da Elisabeth II o herdou. A Rainha mãe, Elizabeth Bowles Lyon (ramo anglicano) muito viva/esperta, (que morreu com mais de 100 anos e era inglesa da gema , que é prima e madrinha de Andrew Parker Bowles, marido de Camila Parker Bowles), insistiu em ficar com as 2 filhas em Londres apesar do perigo dos bombardeios e conseguiu a consolidação dos Windsors junto aos britânicos.

Detalhes importantes na genealogia brasileira que teve um total de 986 titulares:

a) é muito importante num Império que durou apenas 67 anos a antigüidade do título, neste quesito meu avô 1o Barão de Cajurú é bem qualificado, pois ele foi Barão em Junho de 1860, 27 anos antes, por exemplo, que o Conde do Pinhal (Maio de 1887), ou seja, uma geração !!! E no caso do Barão de Souza Queiroz a diferença é de 1860 para 1874, 14 anos antes que o Barão de Souza Queiroz.

b) é indicativo da importância da relação da família do titular com o Imperador quando o titular faz descendente(s) titular(es) eu explico:

# este meu 4o avô 1o Barão de Cajurú (Minas) com 9 filhos fez 3 titulares:

um filho: 2O Barão de Cajurú, uma filha: Viscondessa de Arantes, e uma filha: Baronesa de São João d’El Rei. E, o mais importante AINDA: o seu filho manteve o nome do titulo do pai, pois foi 2o Barão de Cajurú (isto é raríssimo e só ocorreu 57 vezes, pois SÓ o Imperador era dono do título, pois NÃO é hereditária a nobreza brasileira). Nem o Conde do Pinhal nem o Barão de Souza Queiros, ambos com 12 filhos cada um, conseguiram fazer herdeiro/filho titular.

# Outro exemplo é o meu outro 4o avô Manoel de Avellar e Almeida (Vassouras/Rio) que teve entre filho, netos e bisnetos 7 titulares:

6 Barões: Ribeirão, Massambará, Avellar e Almeida (tem Brasão que a família pode usar por ser um título dado pelo Imperador do tipo ad personam sul-cognome), Baronesa de Werneck, 1a Baronesa do Rio das Flores, 2o Barão do Rio das Flores e o Visconde de Cananéia.

Aníbal de Almeida Fernandes – Março de 2005

  

 
 

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