A GRANDE FAMÍLIA

Info. Históricas


MANUEL JACINTO NOGUEIRA

MANUEL JACINTO NOGUEIRA
Depois de casado morou em sua propriedade agrícola Santo Antonio, em
Anfrelândia - MG,
depois transferiu-se para Amparo da Barra Mansa - RJ, onde se fixou
definitivamente.


JOÃO CRISÓSTOMO DE VARGAS

JOÃO CRISÓSTOMO DE VARGAS
Foi fazendeiro em Amparo da Barra Mansa - RJ, casado, havendo
descendência conforme complemento fornecido pela Sra. Bartyra Sette.


ANGELA MARIA DE MATTOS

S.L. 5ð, 19, 8-2.
C.S. nota 60, fls. 175
Recenseada em Itu, SP ano de 1799/1800 na primeira companhia de
Ordenanças.


DOMICIANO NOGUEIRA

DOMICIANO NOGUEIRA
Morava em Andrelândia - MG, em 1825.


ANTONIO TEODORO NOGUEIRA

ANTONIO TEODORO NOGUEIRA
Estava em Andrelândia - MG, em 1820.


TOMÉ RODRIGUES NOGUEIRA DO Ó

CAPITÃO-MÓR TOMÉ RODRIGUES NOGUEIRA DO Ó
Nasceu na Ilha da Madeira e já se encontrava no Brasil em 1710. Era
filho do nobre fidalgo português, Antonio Nogueira e de Francisca
Fernandes do Valle, naturais, também, da Ilha da Madeira. Os seus avós
paternos, Manuel Lopes Nogueira e Sebastiana Osório Nogueira, eram
naturais de Gouveia (Continente), localidade industrial situada na
encosta ocidental da Serra da Estrela, Portugal. O apelido Rodrigues vem
de sua mãe, Francisca Fernandes do Valle, filha de Manuel Rodrigues, seu
avô, casado com Maria Fernandes, em 28 de janeiro de 1648, naturais da
Freguesia de São Roque. Seu bisavô, Antonio Rodrigues, natural da
Freguesia de São Roque, casado com Maria Barbosa Fernandes, era filho de
Pedro Rodrigues, casado com Margarida Gonçalves, também, naturais da Ilha
da Madeira, seus trisavós. "Era dos legítimos e nobre Nogueiras de
Portugal", como se atesta pela carta de brasão dos Nogueiras, concedida a
seu neto, o Marquês de Baependi, Manuel Jacinto Nogueira da Gama, a qual
foi passada a 28 de agosto de 1798 e está registrado no Cartório da
Nobreza, Livro VI, fls. 37v. (Vide nota de Manuel Jacinto Nogueira da
Gama - Marquês de Baependi).

Tomé Nogueira do Ó chegou ao Brasil por volta de 1700 e se localizou
em Taubaté - SP, onde se casou com Maria Leme do Prado. Atraído pelas
notícias das descobertas de ouro nas Gerais, partiu com as Bandeiras,
que, vindas de São Paulo, seguiam pelo caminho do Vale do Rio Paraíba, em
demanda àquelas regiões, passando por Taubaté, atravessando a Serra da
Mantiqueira e atingindo as nascentes dos grande rios, Grande, Sapucaí e
seus afluentes. Onde começava a surgir uma pequena povoação de
mineradores às margens do Rio Baependí, aquele casal passou a morar num
lugar denominado Engenho, onde construiu uma grande casa e onde nasceram
seus nove filhos, os quais vieram a constituir uma das maiores famílias
brasileiras.

Faleceu em Baependí - MG, onde morava e onde construiu a primeira
capela em homenagem à Nossa Senhora do Mont Serrat e cuja imagem foi por
ele trazida de Portugal, sendo considerado o fundador daquela cidade.
Conforme nos conta Silva Leme, na sua admirável "Genealo-
gia Paulistana", Vol. VI, Título Bicudos, "foi capitão-mór na Matriz de
N. Sra. do Monte Serrat. Seu inventário e testamento foram descobertos
recentemente, por Ari Florenzano, infatigável genealogista mineiro e
encontram-se no Cartório do 1o. Ofício de São João D'El Rey - MG, sendo
incompreensível que, nos anos tão longos, os estudiosos das nossas
estirpes ilustres os ignorassem e dessem como desaparecidos, quando
aquela cidade era sede da Comarca do Rio das Mortes, de que Baependí
fazia parte e, de mais a mais, ali residia o seu único filho varão, o
Alferes Nicolau Antonio Nogueira e alí nasceu o seu neto, Manuel Jacinto
Nogueira da Gama, Cavaleiro da Ordem de São Bento de Aviz, Doutor em
Matemática, Lente da Real Academia da Marinha, Capitão-Tenente da Real
Armada, Senador, Ministro de Estado e Grande do Império, títulos que
bastavam para orientar as pesquisas, na direção dos arquivos daquela vila
méca do ouro das Gerais."


MARIA LEME DO PRADO

MARIA LEME DO PRADO
Filha do Capitão Antonio da Rocha Leme e de Antonia do Prado Leme.
Nasceu em São Paulo, sendo trineta do bandeirante Antonio Bicudo, casado
com Maria de Brito e tetraneta de Antonio Bicudo Carneiro, "que ali foi
da governança da terra, ouvidor da comarca e capitania pelos anos de
1585" e "era de qualificada nobresa pelos seus antepassados deste
apelido na Ilha de São Miguel, como se lê nos nobiliários das famílias
nobres e ilustres das llhas dos Açores". conforme Silva Leme, na sua
"Genealogia Paulistana", Vol.II, Tit. Lemes, pág. 179 e seguintes.

Maria Leme do Prado era, também, trineta do Capitão Francisco de
Alvarenga, chegado ao Brasil em companhia de Martim Afonso de Sousa (Tit.
Alvarengas, Vol. V, 1a. parte e Vol. IX, 1-9, Silva Leme), casado com
Luzia Leme, filha de Aleixo Leme e Inêz Dias, esta, prima em 2o. grau do
nobre Capitão Pedro Dias Paes Leme, pai de Fernão Dias Paes Leme,
Capitão-Mór e Governador das Esme-
raldas.

Maria Leme do Prado, descendia ainda, pelo lado materno, de João do
Prado, nobre fidaldo português, natural de Olivença, também chegado ao
Brasil em companhia de Martim Afonso de Sousa. Foi Juíz Ordinário em 1588
e 1592, casado com Felipa Vicente, filha de Pedro Vicente, o povoador de
São Vicente, de quem era trineta. (Pedro Taques, Vol. II, págs. 2, 3).