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A LÍNGUA PORTUGUESA NA

NOVA TERMINOLOGIA CIENTÍFICA

 por

Prof. Dr. José Alberto Neves Candeias


 

PORTAL DAS FAMÍLIAS PREGNOLATO E IDESTI

 


 

FAMÍLIA SIMÕES PIRES

 


 

FAMÍLIA JARRY

 

 

GENEALOGIA DA FAMÍLIA VILLAS BÔAS


CONSIDERAÇÕES SOBRE A VIOLÊNCIA PERPETRADA CONTRA A REAL CASA PORTUGUESA DE LINHA CONSTITUCIONALISTA

Dr.João Pedro de Sabóia Bandeira de Mello Filho


"Memorial’32 – Centro de Estudos José Celestino Bourroul"

O mais raro e completo acervo de livros e objetos referentes à Revolução Constitucionalista de 1932, organizado pelo Dr. José Celestino Bourroul, foi doado pelos seus herdeiros ao Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo. Para abrigar o acervo foi criado no 4º andar do instituto, que fica à  Rua Benjamin Constant, 158, no Centro de São Paulo, o “Memorial’32 – Centro de Estudos José Celestino Bourroul”, que foi inaugurado em 09 de Julho/2005, às 17h30. (Clique aqui para ler a matéria completa).

 

 

VEJA TAMBEM:

A Biblioteca José Celestino Bourroul é uma prova do amor de seu organizador a São Paulo

 


 

 

 

 

 

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Tradições Nobiliárias

Internacionais e sua

Integração

ao Direito Civil Brasileiro

Mário de Méroe

 

   

Estudos sobre os atributos de soberania do 

 Principado de Conejera


 

 

 

 

 

MONIZ BANDEIRA VOLTA COM...


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Onde Genealogia se faz com amigos!

   

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ALBERTO MONIZ
BANDEIRA

    Prof. Dr. José Alberto

       Neves Candeias

PARASITISMO DE LINGUAGEM




 

A vinda da Corte Portuguesa para o Rio de Janeiro

(1808-1821)

                                                                                                      Anibal de Almeida Fernandes - Janeiro de 2008

1) Situação em Portugal:

A Europa está devastada pelo furacão Napoleão que mexeu em todos os tronos europeus e, no fim de 1807, está chegando em Portugal. É a madrugada de 27/11/1807 e a corte, desesperada, se atropela com pressa e desordem no cais de Belém para embarcar, filhas sem pais, mulheres sem marido, pessoas da mais alta nobreza que esperam subir a bordo com a roupa do corpo e com pouco ou nenhum dinheiro.

Para ler matéria completa, clique aqui...


 

ARQUIVO HISTÓRICO DE CACHOEIRA DO SUL/RS MOSTRA HISTÓRIA DOS PRIMEIROS ALEMÃES

Aos 80 anos, a incansável museóloga Lya Wilhelm trabalha com documentos de mais de 150 anos

 

Lya Wilhelm (foto) é descendente de alemães e austríacos. Seus bisavós paternos vieram de Frankfurt e seus avós maternos eram de Viena.

Foi alfabetizada em alemão e português no Colégio Barão do Rio Branco, no ano de 1936.

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SERVIÇO

Para comemorar o Dia do Colono, desde 25 de julho, a equipe do Arquivo Histórico abriu uma exposição em sua sede, na Rua 15 de Novembro, 364, com alguns dos 13 documentos traduzidos. “Será uma boa oportunidade para quem quiser conferir documentos históricos e apreciar a importante tarefa desenvolvida pela colaboradora Lya Wilhelm”, ressaltou a diretora, Mirian Ritzel.

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ATENÇÃO

Os documentos sobre os primeiros alemães que chegaram à Colônia de Santo Ângelo estavam guardados há vários anos no Arquivo Histórico Municipal, mas ninguém sabia sobre o que eles se tratavam. “Foi aí que decidimos pedir ajuda à dona Lya Wilhelm, aproveitando seus profundos conhecimentos da língua alemã”, ressaltou Mirian.

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A museóloga Lya Wilhelm, de 80 anos, está concluindo a tradução de 13 documentos escritos pelos primeiros alemães que chegaram em Cachoeira do Sul há 151 anos e ocuparam a então colônia de Santo Ângelo, onde hoje estão os municípios de Cerro Branco, Novo Cabrais, Paraíso do Sul e Agudo. Os documentos foram escritos entre 8 de janeiro de 1886 e 16 de junho de 1890.

 

Lya ressalta que a tradução está sendo reveladora: “Foi possível ver que ao contrário do que muitas pessoas pensam, os colonos não eram leigos e analfabetos, dedicados apenas a cuidar da terra. Eles tinham um bom nível cultural, constatado através das construções frasais e terminologia empregadas nestes documentos. Além dos agricultores, vieram muitos artesãos, relojoeiros, professores, marceneiros, carpinteiros e músicos. Eles foram muito importantes para o desenvolvimento econômico e a cultura da época”, ressaltou.

De acordo com a diretora do Arquivo Histórico Municipal, Mirian Ritzel, o conteúdo dos manuscritos refere-se principalmente a obras realizadas ou solicitadas à Câmara Municipal de Cachoeira, dando conta dos nomes dos operários envolvidos, dos valores recebidos e dos colonos cumpridores e faltantes com os compromissos assumidos perante as autoridades encarregadas da fiscalização e administração das obras

.

DEDICAÇÃO - Lya está trabalhando na tradução desde 2005 e revela que a tradução dos documentos foi dificultada pela caligrafia dos redatores e pelo freqüente uso do alfabeto gótico ao invés do latino. “Esta era uma prática comum entre os alemães. Em alguns casos houve o uso concomitante dos dois alfabetos”, ressaltou. Lya traduziu 10 documentos. Agora ela trabalha em outros três, mas relata que eles oferecem dificuldades maiores, pois foram escritos com termos técnicos que exigirão o auxílio de profissional da área da engenharia para a tradução.

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IMPORTANTE

A tradução dos documentos está contando com a colaboração de Vera Metz e da professora aposentada Iza Gressler, que remeteram cópias das cartilhas de alemão gótico parecidas com as que elas foram alfabetizadas no Colégio Barão do Rio Branco.

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Mirian Ritzel e Lya Wilhelm: tradução de

13 documentos escritos pelos imigrantes

PARA SABER MAIS  
Os documentos traduzidos
Entre os papéis já desvendados:

>> Declaração dos serviços de abertura de estradas e arruamentos realizados na Linha Contenda, lotes 1, 2 e 3, apresentando número de trabalhadores envolvidos e valores des-pendidos. Assinam o documento Engelbert Predi-ger, Friedrich Schlesner e Carl Radiske.

>> Ofício remetido de Santo Ângelo em 9 de abril de 1888 informando as autoridades da Câmara sobre os moradores que pagaram e os que não pagaram impostos. Nota-se que o documento foi emitido já com a tradução para o português em sua margem direita.

>> Certidão de nascimento e batismo do pomerano Georg Friedrich Wilhelm, impressa e preenchida em alemão gótico, na cidade de Belgard, no dia 21 de outubro de 1889.

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Fonte: Jornal do Povo - Cachoeira do Sul - RS - (Por ONEIDE TEIXEIRA) - Edição de 28/07/2008



ÍNDIA CARIJÓ - A MÃE DOS LAGUNISTAS e OS FUNDADORES DE SÃO FRANCISCO DE PAULA

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Por Luiz Antonio Alves

1) "Índia Carijó, a mãe dos lagunistas". Dentro de sua proposta de pesquisa, o autor mostra uma visão diferenciada e inovadora sobre os índios, do ponto de vista histórico-genealógico. A importância dos primitivos habitantes na fundação de vilas e povoados é maior do que se imagina, principalmente no que se relacionada a cidade catarinense de Laguna. Além disto, apresenta os descendentes de uma índia carijó com membros da família Brito Peixoto, espalhados em todos os estados do Sul do Brasil.

 

2) "Os Fundadores de São Francisco de Paula". Além de vasta pesquisa documental sobre o povoamento dos campos de cima da serra no Rio Grande do Sul, Alves apresenta a descendência de Pedro da Silva Chaves e Gertrudes de Godoy Leme. Ele, descendente de fidalgos portugueses e ela com sangue tupiniquim da tribo do Cacique Tibiriçá.

Luiz Antonio Alves

 

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MEMORIAL AÇORIANO

Memorial Açoriano, de Luiz Antônio Alves, é uma das maiores obras do gênero já publicadas. São 52 volumes de uma publicação artesanal (A4, 90g/m²) contendo informações genealógicas de famílias pioneiras povoadoras de diversos Estados brasileiros. Os 27 primeiros Tomos inclui ilhéus que chegaram ao Rio Grande do Sul. Os demais, 25 tomos, incluem genealogia relativa aos que chegaram à Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e outros Estados. Ao todo são mais de 2.500 casais de patriarcas e matriarcas que geraram milhares de descendentes. No primeiro Tomo o autor apresenta uma abordagem teórica compacta criando uma terminologia técnica-científica inédita, como: "amostragem genealógica", "inventário genealógico" e  "parentes genealógicos". Propõe um diálogo com outras áreas como História, Geografia, Antropologia, Sociologia e até mesmo com ciências biológicas, astronomia, arqueologia, física, matemática e estatística. Ainda no primeiro Tomo consta o índice de toda a obra, facilitando a pesquisa e a procura das famílias açorianas. Observa o autor de que as milhares de relações envolvem também parentes de outras "etnias" e culturas com origem em regiões diferentes do Planeta. Finalmente, sugere de que os Genealogistas passam por graus (estágios) de conhecimento mais prugundo sobre a matéria. Num primeiro momento,  os pesquisadores resgatam alguns nomes lembrados até ao avô, bisavô ou até mesmo trisavós. Num outro grau mais avançado, tentam compor árvores com mais de 20 ou 30 gerações e a Filosofia ajud